Defesa de empresário sueco diz desconhecer multa
da Folha de S.Paulo
Por meio de advogados, o empresário Johan Eliasch informou que os 160 mil hectares comprados na Amazônia estão em nome do grupo Gethal. Seus advogados, porém, não deram detalhes sobre a participação de Eliasch na empresa. Também informaram ter conhecimento apenas de uma multa de 2003, "que está sendo discutida na esfera administrativa, mas que não é por dano ambiental".
Sobre supostas irregularidades no registro das terras no Incra, a defesa disse que "desconhece a informação, pois nunca recebeu nenhuma comunicação formal a respeito".
O advogado Aldo de Cresci Neto, que atua pela Gethal em ações judiciais por supostos danos ambientais, foi procurado, mas a secretária dele orientou a reportagem a procurar a assessoria de Eliasch. Conforme a assessoria, a posição do empresário é a mesma de nota oficial divulgada na quarta-feira.
Eliasch se referiu, na nota, à investigação feita pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) sobre compra de terras feita por ele na Amazônia.
"De acordo com a mídia, o relatório da suposta investigação sugeriria que a entidade assistencialista Cool Earth, da qual sou co-fundador e co-presidente estaria: a) comprando grandes áreas na Amazônia e estimulando terceiros a fazer o mesmo; b) estimulando a exploração de ouro; e c) adquirindo terras no [parque do] Cristalino (MT)", afirmou na nota.
"Tais alegações são completamente infundadas e inverídicas. A Cool Earth não comprou e não vai comprar um acre de terra, seja na Amazônia ou em qualquer outro lugar." Sobre o parque do Cristalino, ele disse que a Cool Earth não é proprietária de terras, somente atua na preservação da floresta.
"Também tem sido citado que eu teria dito que a floresta amazônica poderia ser comprada por US$ 50 bilhões", acrescentou na nota. Ele disse que foi mal-interpretado em discurso de 2006 para indústrias seguradoras em Londres.
"Disse que a indústria teria incentivo ao apoiar a proteção das florestas." Eliasch afirmou que apenas destacou que o prejuízo de US$ 75 bilhões da indústria com os danos causados pelo furacão Katrina era maior que o valor "de capital estimado para as florestas brasileiras".
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Especial


Ao invés de estarmos agora em 2009 discutindo possíveis candidatos e candidatas que disputarão a Presidência da República somente no último semestre de 2009 deveríamos sim aprofundar o debate na questáo da Segurança Nacional.Em primeiro lugar esperava-se que tal discussão. tão relevante para o presente e futuro do nosso país.nascesse no Poder Executivo e permeasse os integrantes dos demais poderes em especial o poder legislativo Federal e dai se alastrasse permeando as forças vivas da Nação como Imprensa,Rádio e demais veículos de comunicação.A hora é agora e o momento é somente nosso. É triste vermos que tal iniciativa já ocorre lá fora:como fez o NEW YORK TIMES que pergunta em uma reportagém: de quem seria a amazônia?ACORDA BRASIL...vamos fazer antes a lição de casa enquanto há tempo...
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