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Brasil
06/06/2008 - 17h13

Garotinho nega apoiar Paes no Rio e diz que Cabral não tem palavra

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colaboração para a Folha Online

Comentando a ruptura do PMDB com o PT nas eleições municipais à Prefeitura do Rio, o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho (PMDB), negou apoiar a candidatura do secretário estadual dos Esportes, Eduardo Paes (PMDB), apontado como o candidato favorito do atual governador Sérgio Cabral à prefeitura.

"É falsa a afirmação atribuída a mim em vários jornais de que estaria apoiando Eduardo Paes", afirmou nesta sexta-feira (6) em seu blog.

A decisão sobre o fim da aliança PMDB-PT no Rio foi comunicada após reunião do PMDB na quarta-feira (4). O PMDB alega que o PT não conseguiria entregar as contrapartidas prometidas --prefeituras de cidades do interior. O PT, no entanto, argumenta que já havia garantido o apoio ao PMDB em 22 municípios do Rio.

Segundo Garotinho, é grande o clima de descontentamento entre os líderes do DEM no Rio, já que Paes seria um "desafeto de Cesar Maia". "Provavelmente vai haver retaliação. Nas cidades de Caxias, São Gonçalo, Saquarema, Nova Iguaçu e outros importantes municípios do estado, o DEM deve deixar de apoiar o PMDB se o compromisso for rasgado", declarou.

Na quinta-feira (5), ainda em seu blog, o ex-governador afirmou ter alertado o PT sobre a possibilidade do fim da aliança com o partido. Segundo Garotinho, Cabral teria dado a palavra a Cesar Maia que apoiaria a aliança PMDB-DEM à prefeitura, e garantido ao senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), pré-candidato à prefeitura, que o apoiaria nestas eleições, tendo descumprido a palavra nas duas ocasiões.

"As mais novas vítimas, Molon [Alessandro, deputado estadual e pré-candidato do PT no Rio] e o PT não têm do que reclamar. Foram avisados com muita antecedência, por mim e pelos que conhecem Cabral, que também seriam traídos", disse.

Ainda em tom crítico, o ex-governador comparou a palavra de Cabral a uma nota de R$ 15. "Lembro-me até da expressão que usei para dizer quanto vale a palavra de Sérgio Cabral: o mesmo que uma nota de 15 reais. Não existe."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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