STF autoriza formalmente abertura de inquérito contra Paulinho da Força
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O ministro Carlos Ayres Britto, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta sexta-feira a abertura de inquérito contra o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical (PTD-SP). O ministro ainda vai analisar as diligências que tratam do assunto e decretou segredo de Justiça sobre o caso.
Paulinho é denunciado de envolvimento e irregularidades de desvio de dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Segundo investigação da Polícia Federal, durante a Operação Santa Tereza, o esquema formado por empresários, advogados e o parlamentar atuava para fraudar a instituição.
O deputado é alvo de processo no Conselho de Ética da Câmara. O órgão investiga se Paulinho quebrou o decoro parlamentar, uma vez que é denunciado de envolvimento no esquema irregular. O relator do caso no conselho, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), pretende ouvir o parlamentar nos próximos dias. Segundo Piau, o processo será concluído em até três meses.
Paulinho nega as acusações e diz que vai provar sua inocência. Segundo o deputado, ele é vítima de perseguição política por defender projetos de interesses dos trabalhadores. O deputado disse ainda que vai comprovar que as acusações são improcedentes no momento em que for chamado para prestar esclarecimentos ao Conselho de Ética.
Nesta semana, o deputado reiterou que vai manter sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo, mas admitiu que pretende conversar com o ministro Carlos Lupi (Trabalho) para tratar sobre sua eventual licença da presidência regional da legenda em São Paulo.
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Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
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