Consultor fez contatos em nome de Paulinho
da Folha Online
Gravação telefônica feita com ordem judicial na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal, indica que o consultor João Pedro de Moura, preso em abril, falou com o Ministério dos Esportes em nome do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, informa nesta segunda-feira reportagem de Rubens Valente e Afonso Benites, publicada pela Folha (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo a reportagem, em 26 de março último, uma funcionária do gabinete de Paulinho telefonou para Moura para perguntar se poderia fazer uma conferência telefônica entre o deputado e o ministro Orlando Silva (PC do B). Moura respondeu que o assunto já estava resolvido e que "depois explicaria a Paulinho". "(...) Está tudo certo lá, só tá faltando publicar o Orçamento."
Outras gravações demonstram vários contatos entre Moura e duas funcionárias do gabinete de Paulinho em Brasília nos meses de fevereiro, março e abril. Numa gravação, informa a Folha, ele conta à sua mulher que estava "almoçando na casa" do deputado. Outras três gravações confirmariam que Moura se reuniu com o irmão de Paulinho, Valdir Pereira, na cidade de Francisco Morato (SP).
À reportagem, o advogado Leônidas Scholz, que defende Paulinho, disse ontem não conhecer o teor das gravações, mas argumentou que são "inevitáveis" e "naturais" os contatos entre o congressista e Moura.
A reportagem está na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.
![]() |
Leia mais
- STF autoriza formalmente abertura de inquérito contra Paulinho da Força
- Mulher de Paulinho diz ter esclarecido "armação" em depoimento à PF
- Serra manda Paulinho enfrentar seus problemas em vez de tentar desviar foco do assunto
- Lupi pressiona, e Paulinho diz que vai discutir seu afastamento do comando do PDT-SP
- Corregedor retira representação contra Moraes por atraso em caso Paulinho
Livraria da Folha
- Frederico Vasconcelos ensina como investigar governos, empresas e tribunais
- Livro de Eugenio Bucci revela bastidores do poder em Brasília
- Livro reúne balanço de bens de políticos
- Acreditar que todos os políticos são corruptos é uma armadilha, diz Contardo Calligaris
- Livro mostra como se tornar advogado, escolher carreira e conseguir primeiro emprego
- Cientista traça perfil social e político da Câmara em livro
- Livros da série "Folha Explica" contam a história do Brasil no século 20
Especial



avalie fechar
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
avalie fechar
avalie fechar