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Brasil
09/06/2008 - 15h15

Executiva Estadual do PMDB no Rio revoga aliança com DEM

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da Folha Online

A Executiva Estadual do PMDB do Rio de Janeiro revogou nesta segunda-feira a aliança com o DEM para as eleições municipais de outubro na capital fluminense. A aliança havia sido aprovada pelo partido em setembro do ano passado e previa o apoio do PMDB à pré-candidata do DEM, a deputada Solange Amaral.

Com a nova decisão, o PMDB assume a candidatura própria e tem dois pré-candidatos à Prefeitura do Rio: o ex-secretário Eduardo Paes e o deputado Marcelo Itagiba. O nome do candidato será definido durante a convenção municipal do partido: marcada para o próximo dia 22.

A Executiva Estadual também fortaleceu a tese de candidatura própria, pois delegou poder aos diretórios municipais para definirem os candidatos e alianças.

Pelo acordo, o PMDB iria apoiar a candidata do prefeito César Maia (DEM), a deputada Solange Amaral (DEM) e ficaria com a vaga de vice.

Após a reunião da Executiva, o presidente do PMDB, deputado Jorge Picciani, disse que o fato mais importante é que o PMDB sai unido para a disputa no Rio.

Solidariedade

Na reunião, a Executiva do PMDB também aprovou uma nota de solidariedade à ex-governadora Rosinha Matheus, e ao seu marido, o ex-governador Anthony Garotinho (PMDB), denunciado na Operação Segurança Pública S/A, que levou à decretação da prisão de dez pessoas semana passada.

A operação Segurança Pública S/A é um desdobramento da Operação Gladiador, de 2006, que investigou a máfia dos bingos e das máquinas caça-níqueis do Rio.

No documento, o partido se manifesta contra o que chama de "arbitrariedade" e "violência" na qual Garotinho e Rosinha foram vítimas.

"O PMDB cobra explicações das instituições públicas responsáveis por tal desatino que culminou com a violação da privacidade do ex-governador Anthony Garotinho e da ex-governadora Rosinha Garotinho, sem que fosse apresentada qualquer prova, conforme afirmado pelos próprios acusadores", diz trecho da nota.

Em seu blog, Garotinho agradeceu a solidariedade. Segundo o ex-governador, a nota foi um manifesto contra a "covardia que praticaram contra mim, a Rosinha e a nossa família".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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