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Brasil
09/06/2008 - 18h14

Cabral minimiza rompimento com PT e diz que sempre preferiu Paes

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LUISA BELCHIOR
colaboração para a Folha Online, no Rio

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), reiterou nesta segunda-feira apoio ao pré-candidato à Prefeitura do Rio Eduardo Paes (PMDB). Mesmo antes da aliança entre PT e PMDB, desfeita na semana passada e pela qual ele apoiaria o deputado estadual Alessandro Molon (PT), sua preferência sempre foi Paes, segundo o governador.

"Molon é um grande figura e que eu já respeitava, mas desde o primeiro momento avisei à bancada do PT que desejava [a candidatura de] Eduardo Paes, mas que, não sendo ele, optaria por uma aliança com o PT. O retorno de Paes [à pré-candidatura] me deixa muito feliz, porque é um retorno ao caminho que fiz ao chamá-lo para o PMDB para ser candidato", declarou o governador.

Cabral elogiou Molon e ainda outros candidatos à Prefeitura do Rio e disse que a capital fluminense tem "ofertas de candidatos muito boa". "A Solange Amaral [DEM] é consistente, a Jandira [Feghali, PC do B] tem uma larga experiência política e o Molon é um dos mais importantes deputados estaduais do Brasil. O Eduardo Paes se soma a esses nomes", disse Cabral, em discurso para empresários fluminenses na tarde desta segunda-feira no Copacabana Palace (zona sul do Rio).

Apesar de reiterar o rompimento da aliança de seu partido com o PT no Rio, o governador negou haver possibilidade de racha semelhante em seu governo, que tem secretários petistas. "O PT continua no meu governo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Uma coisa é a eleição municipal e outra, a gestão estadual".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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