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Brasil
09/06/2008 - 19h54

PDT espera que Paulinho se licencie da presidência do partido em SP até o fim da semana

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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O comando nacional do PDT espera que o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, se licencie do comando da legenda em São Paulo até o fim desta semana. Apesar de o partido não ter estabelecido um prazo para que o deputado se licencie do cargo, integrantes do comando do PDT avaliam que seria conveniente para Paulinho se afastar da presidência estadual do partido em meio às acusações de envolvimento em desvio de recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

"A iniciativa deve partir do deputado. Do contrário, seria condená-lo antecipadamente. O que eu acho é que o PDT deve ser preservado. Temos uma identidade de luta pela ética. Esperamos dele uma atitude que venha ao encontro de preservar o histórico da sigla", disse o presidente em exercício do PDT, deputado Vieira da Cunha (RS).

O parlamentar pretende se reunir com Paulinho nesta terça-feira, em Brasília, para discutir a possibilidade de se licenciar do comando regional do PDT em São Paulo. Cunha disse, no entanto, que não pressiona o deputado para deixar o cargo porque avalia que a decisão deve ser tomada individualmente por Paulinho.

"Ele está amadurecendo a idéia. Eu não posso dar nenhum prazo [para o pedido de licença] porque a iniciativa é dele e não podemos pressioná-lo. É um companheiro que merece todo o nosso crédito. Com base em suspeitas, não podemos condená-lo".

Adiamento

Paulinho adiou nesta segunda-feira o seu afastamento da presidência estadual do PDT de São Paulo. A Folha Online apurou que Paulinho reuniu hoje os integrantes do PDT regional e informou que vai tomar a decisão até o final desta semana. Mas aguarda conversas em Brasília com o ministro Carlos Lupi (Trabalho) e Cunha para anunciar sua decisão.

Interlocutores de Paulinho informaram que ele aguarda o retorno de Lupi, presidente licenciado do PDT, de uma viagem para conversarem sobre sua saída do comando regional da legenda. O nome mais cotado para assumir o cargo é o do deputado Reinaldo Nogueira (PDT-SP), atual secretário-geral da legenda em São Paulo.

Na reunião desta segunda-feira, Paulinho já sinalizou que não deverá concorrer às eleições pela Prefeitura de São Paulo como pretendia. Até a semana passada, o deputado afirmava que manteria sua candidatura. Com a saída dele da disputa, o PDT é cortejado pelo PT, que lançará Marta Suplicy, e o bloquinho, que tem à frente o deputado Aldo Rabelo (PC do B-SP).

Mais uma vez, durante a reunião, Paulinho se defendeu sobre as denúncias de envolvimento com o esquema de irregularidades que fraudava o BNDES. As acusações surgiram no decorrer das investigações da Operação Santa Tereza, realizada pela Polícia Federal.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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