Taiwanês é preso com madeira ilegal em Altamira (PA)
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
da Agência Folha, em Belém
Um empresário taiwanês foi preso em flagrante hoje, em Altamira (777 km de Belém), sob suspeita de armazenar madeira ilegal.
A prisão foi feita pela operação Arco de Fogo, que reúne fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e homens da Polícia Federal e da Força Nacional.
O nome do preso não pôde ser informado, disse o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), pois ainda não há processo contra ele. O órgão não soube dizer se ele é dono de terras na região e há quanto tempo está no Brasil.
Segundo o Ibama, o taiwanês tem duas madeireiras na cidade. Nos estabelecimentos --que foram embargados-- os fiscais encontraram dois tipos de irregularidades: madeira estocada sem os respectivos créditos e créditos para madeira que o empresário não tinha em seus pátios.
A primeira irregularidade indica que ele obteve o material sem a devida autorização. A segunda, que ele possivelmente vendia créditos para, ilegalmente, esquentar madeira extraída sem planos de manejo.
Os créditos são gerados pela extração legal da madeira, por meio de planos de manejo, e indicam quanto cada produtor pode estocar. Eles são registrados em um sistema digital.
Havia 291 m3 de toras ilegais e 94 m3 de créditos falsos nas madeireiras. A multa aplicada foi de aproximadamente R$ 154 mil.
Um brasileiro também foi preso hoje durante a operação. Além de ter 1.200 m3 de créditos falsos, o Ibama encontrou irregularidades em suas guias florestais, documentos necessários para transportar madeira.
A operação Arco de Fogo é uma ação conjunta de fiscalização do comércio ilegal de madeira para tentar reduzir o desmatamento na Amazônia.
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Especial


Assim, não se vai a lugar,algum.
Enquanto o Governo,tratar o assunto, de forma "política, para o Inglês, ver",não passaremos do desmatamento desordenado, e exploração dos recursos,concentração de rendas, etc...,ficará por aí.
A Amazônia e seu processo de desmatamento,requer, a meu ver, a constituição de uma COMISSÃO de notáveis, nas areas de infraestrutura,energia,agricultura,recursos naturais,engenharia de obras,e desenvolvimento sustentável,urbanismo e implantação de cidades e PESSOAS.
Estes, selecionados , reunidos e remunerados, para tal, elaborariam um PROJETO COMPLETO, incluindo o Gerenciamento do mesmo - um plano Marshall Tupiniquim - para Desenvolvimento, da região de abrangência, integrado, a fim de ocupação racional, autosustentável e harmonico.
" FOCO e Desenvolvimento TOTAL "
Teriamos aí, sim o maior PAC , do MUNDO , por 20 anos, futuros.
Até que poderia ocorrer,por osmose, o envolvimento
dos países vizinhos, que margeiam o rio Amazonas.
Dinheiro, pelo visto, não FALTA.Basta organizar e mandar " BALA ".
Aposto neste MEGA PROJETO, como Vitorioso.
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Existem diversas areas desmatadas que agora estão com pastagem degradada.
Grande parte dos ruralistas querem mesmo é vender madeira e lucrar muito. Depois vendem a terra aos pequenos produtores rurais (isto aconteceu e acontece em todo o Brasil).
Outra coisa, se o solo da amazonia não mudou, quando desmatarem aquilo-lá, vai tudo virar deserto.
O solo dos EUA e EUROPA é diferente daqui, possui quantidade de argila diferente e capacidade de armazenamento de água diferente, não dá para comparar.
Decisão técnica e não política.
Muitas ONGs são honestas mais que os políticos de plantão.
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