Minc diz que não tem medo de aumento do índice de desmatamento
da Folha Online
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse hoje que não teme ser chamado de ministro do desmatamento. "Não temos medo de índice. Não estamos em pé guerra com o índice [de desmatamento] do mês anterior, mas contra modelo predatório que empobrece a população e destrói ecossistema."
Ele defendeu o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). "O Inpe é uma instituição seríssima. Todo mundo aplaudia quando o desmatamento caía. E começaram a criticar quando índice ameaça se reverter."
Minc disse que uma das ações do governo para preservar a Amazônia e a suspensão do crédito para os desmatadores. Minc disse que o crédito é o "oxigênio para produzir e para desmatar".
"Acabou o crédito para desmatamento. A resolução [que determina isso] será mantida apesar de tentativa que houve para desfigurá-la e derrubá-la", disse ele hoje após reunião na Fiesp (Federação das Industrias do Estado de São Paulo).
Minc voltou a afirmar que os próximos meses serão difíceis para a preservação da Amazônia. "Esses quatro meses são muito difíceis porque são meses da estiagem. Vamos trabalhar duro para impedir o desmatamento."
Ele afirmou que as medidas anunciadas pelo governo de suspensão de crédito para desmatadores deve ajudar na preservação da Amazônia. "Tenho esperança que algumas medidas dêem frutos. A partir de 1º de julho não terá crédito aquele que não tiver regularização fundiária e regularização ambiental."
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Especial


Ao invés de estarmos agora em 2009 discutindo possíveis candidatos e candidatas que disputarão a Presidência da República somente no último semestre de 2009 deveríamos sim aprofundar o debate na questáo da Segurança Nacional.Em primeiro lugar esperava-se que tal discussão. tão relevante para o presente e futuro do nosso país.nascesse no Poder Executivo e permeasse os integrantes dos demais poderes em especial o poder legislativo Federal e dai se alastrasse permeando as forças vivas da Nação como Imprensa,Rádio e demais veículos de comunicação.A hora é agora e o momento é somente nosso. É triste vermos que tal iniciativa já ocorre lá fora:como fez o NEW YORK TIMES que pergunta em uma reportagém: de quem seria a amazônia?ACORDA BRASIL...vamos fazer antes a lição de casa enquanto há tempo...
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