Governadores do Codesul aprovam moção de apoio a Yeda Crusius
da Folha Online
A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), recebeu hoje apoio dos governadores que participam do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul), em Campo Grande (MS). O governo de Yeda é acusado de envolvimento em corrupção em estatais gaúchas, que teriam sido usadas para financiar campanhas eleitorais.
| 07.jun.2008/Palácio Piratini |
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| Movimentos sociais iniciam jornada de protestos contra governo de Yeda Crusius |
O documento é assinado pelos governadores de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB); do Paraná, Roberto Requião (PMDB); e de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB). "Os governadores decidem, unanimemente, aprovar moção de apoio e solidariedade e confiança na retidão de seus atos", diz a moção aprovada hoje.
Para responder às denúncias, Yeda exonerou no sábado quatro assessores diretos por denúncias de corrupção: Cézar Busatto (ex-chefe da Casa Civil), Delson Martini (ex-secretário-geral de Governo), Marcelo Cavalcante (ex-chefe do escritório do Estado em Brasília) e Nilson Bueno (ex-comandante-geral da Brigada Militar. Na segunda-feira, ela montou um gabinete de crise.
O PSOL e o PV protocolaram ontem à tarde, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, um pedido de impeachment contra Yeda. As legendas afirmam que a governadora foi conivente com o desvio de recursos públicos de estatais, porque sabia do esquema e não agiu para impedi-lo.
Para ser aprovado, o pedido de impeachment terá que ser aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e depois pelo plenário da Casa --onde os aliados de Yeda representam 34 dos 55 votos. Se passar por essas duas fases, a Constituição gaúcha prevê a instalação de um tribunal especial composto por cinco desembargadores e cinco deputados estaduais, que decidirão o futuro do pedido.
Hoje, os membros da CPI do Detran se reúnem com integrantes do Ministério Público e do Tribunal de Contas. O vice de Yeda, Paulo Feijó (DEM), entregou à CPI gravações que mostraram Busatto admitindo o uso de estatais em campanhas.
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Especial



É desproporcional, a força com que estão querendo minar o governo dela.
O engraçado, é que são os mesmos grupos e partidos que antes governaram o Estado, e motivaram a saída de centenas de empresas de lá.
Por pura instabilidade economica e falta de visão estratégica.
São os mesmos!
E querem a boquinha de volta.
Será que os gaúchos caíram neste golpe?
Para o bem deles, tomara que não.
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