Estudantes fazem protestos contra governo Yeda em frente ao Palácio Piratini
da Agência Folha, em Porto Alegre
O DCE (Diretório Central dos Estudantes) da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e grêmios de estudantes secundaristas fizeram ontem à tarde uma marcha de protesto pelas ruas do centro de Porto Alegre contra a corrupção e contra o governo de Yeda Crusius (PSDB).
Cerca de 1.500 manifestantes, segundo os organizadores e a Brigada Militar, chegaram em frente ao Palácio do Piratini, sede do governo gaúcho, onde realizaram um ato público, com gritos de palavras de ordem contra a governadora.
O governo vem sendo acuado politicamente desde que a Polícia Federal prendeu 13 pessoas, em novembro do ano passado, acusadas de desviar R$ 44 milhões do Detran (Departamento Estadual de Trânsito). A crise já provocou a queda de quatro secretários de Yeda.
Com o mote "Fora, Yeda", o protesto durou duas horas e 30 minutos. Depois de percorrerem cerca de mil metros pelas ruas do centro, os estudantes ficaram em frente à sede do governo, contidos por uma cerca de segurança e observados por um aparato de 40 policiais.
Durante a manhã, houve um protesto menos numeroso, envolvendo cerca de 200 estudantes, conforme o cálculo da Brigada Militar, que cercaram a sede do Banrisul (Banco Estadual do RS) --simbolizando um abraço à instituição.
Numa conversa gravada e divulgada pelo vice-governador Paulo Feijó (DEM) na última sexta (6), o ex-chefe da Casa Civil Cezar Busatto (PPS) relaciona o banco estatal com o financiamento das campanhas do PMDB, aliado da governadora.
Não houve confrontos, como na quarta-feira, quando a tropa de choque da Brigada foi usada para impedir que cerca de 400 ativistas sem-terra e de sindicatos chegassem ao Piratini. Na ocasião, a polícia usou bombas de efeito moral e balas de borracha. Os enfrentamentos terminaram com 15 manifestantes e oito policiais feridos. Doze pessoas foram detidas e liberadas anteontem.
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Especial


Motivados por quem é contra a "meritocracia".
Que coisa horrível essa meritocracia, não é?
Aonde já se viu? Premiar quem trabalha mais, se esforça mais, supera metas...
Que coisa absurda...
O legal mesmo, para quem pensa assim, é a aquela imensa vala comum da mesmice...
Onde quem faz mais, é porque "quer aparecer"...
Tem gente, que ainda não percebeu que estamos no século XXI...
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