Publicidade

Publicidade
Brasil
14/06/2008 - 15h36

Governo do RN nega partilha de dinheiro de propina na residência da governadora

Publicidade

da Folha Online

O governo do Rio Grande do Norte divulgou nota neste sábado na qual nega que houve partilha de dinheiro de propina dentro da residência oficial da governadora Wilma de Faria (PSB). No documento, o governo diz que tomará "todas as medidas administrativas necessárias" para apurar as suspeitas levantadas pela Polícia Federal contra alguns assessores de Wilma durante a Operação Hígia.

Ontem, a PF prendeu Lauro Maia, filho da governadora, e outras 12 pessoas suspeitas de desviarem verba pública por meio de fraude a processos licitatórios. À noite, TRF-5 (Tribunal Regional Federal da 5ª Região), com sede em Recife, negou habeas corpus pedido pela defesa de Maia.

A operação cumpriu os 13 mandados de prisão e 42 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e Paraíba. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal do RN.

"O governo do Rio Grande do Norte repele com veemência e indignação as insinuações, veiculadas na imprensa, de que uma suposta partilha de propina tenha sido feita dentro da residência oficial da governadora Wilma de Faria", diz a nota assinada pelo secretário de Comunicação Social do Estado, Rubens Lemos Filho.

Segundo a PF, a quadrilha celebrava ilicitamente contratos de higienização hospitalar e locação de mão-de-obra. Também houve, de acordo com a polícia, a prática de corrupção de agentes públicos e tráfico de influência para contratações emergenciais.

A Polícia Federal informou que a quadrilha desviava verbas públicas por meio de contratos mantidos pelas empresas investigadas com o poder público. Os contratos eram celebrados e prorrogados mediante o pagamento de vantagens pecuniárias indevidas a servidores públicos.

As investigações foram iniciadas no final de 2005. Segundo a PF, os valores dos contratos fraudados somam mais de R$ 36 milhões.

Comentários dos leitores
Dr Eudes de Toritama Souza (6) 19/06/2008 10h12
Dr Eudes de Toritama Souza (6) 19/06/2008 10h12
Nos delitos cometidos por Prefeitos e Vereadores considera-se que quem está sendo julgado é um mandatário do povo, pessoa que recebeu não só o voto, mas a confiança de todos, para desempenhar um mandato com o fim de atender os anseios e necessidades do município. 1 opinião
avalie fechar
Eduardo Petrucci Gigante (185) 17/06/2008 11h01
Eduardo Petrucci Gigante (185) 17/06/2008 11h01
A Dona Maria, da Favela do Urubu Molhado, também achou desnecessária a prisão do filho dela, Creuzinei. Endereço fixo ele também tinha, viela sete, barraco 98. Ms quando a mulata Dona Maria chegou na DP, o filho já estava morto... 3 opiniões
avalie fechar
Carlos Gonçalves (175) 16/06/2008 13h07
Carlos Gonçalves (175) 16/06/2008 13h07
Se a Polícia Federal voltar por onde já passou, prendendo alguns ladrões, verá que eles já saíram da cadeia e continuam roubando. Uma semana na cadeia, e o resto do tempo roubando. Não têm medo. "Quem tem medo do lobo mau, lobo mau, lobo mau." Enquanto o povo não se levantar para acabar de vez com esses ladrões, não adianta. Voto não é suficiente. Porque eles fraudam os votos. O poder judiciário não é suficiente, a maioria dele está nas mãos dos parentes dos políticos e aderentes. Está instalado toda operação "roubalheira" no País, para ninguém ser preso. O único preso, roubado, surrado, destroçado é o povo. o Zé Povim. que vive de "infernim" em "infernim" e os ladrões de "festim" em "festim". Não é bala de festim. São orgias mesmo. Ainda põem o nome da maioria desses ladrões em obras públicas, como se estas tivessem sido construidas com dinheiro particular. Nomes de parentes, como se fossem ilustres pessoas. São como Hitler, Mussolini, Idi Amin, Somoza, Pinochet, Bush. Sarneys, Magalhães, Jucás, Maias, Crusius, Blaiggis, Campos, Amazoninos, Rorizes, Garotinhos, Martas, Malufes, Paulinos, Correias, Jobins, Amins, Graces, Campelos, Oliveiras, Curiós, Pascais, tem gente que um livros em páginas de seda não daria para enumerar. A imundície é demais. Uns com mais destaques que outros. Dirceus, Lulas, etc. Em todo o lugar tem um tomando de conta do galinheiro. O povo são as galinhas. Comidas, depois de sofrer botando ovo. 1 opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (12)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca