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Brasil
16/06/2008 - 18h59

Interceptação telefônica da PF liga nome de Paulinho a réus no caso BNDES

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da Folha Online

Uma interceptação telefônica feita pela Polícia Federal no dia 23 de janeiro deste ano liga o nome do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) aos réus no suposto esquema de devios de verbas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O grampo foi capturado durante a operação Santa Tereza, que resultou no indiciamento de 13 pessoas.

De acordo com a polícia, a inteceptação captou uma conversa de meia hora entre Jamil Issa Filho, ex-secretário de Urbanismo da Prefeitura de Praia Grande, e Manuel Fernandes de Bastos Filho, apontado como o "coordenador do esquema" de desvios e que está foragido. Na conversa, os acusados falam a respeito de um "chefe maior" que, para a polícia, seria uma referência a Paulinho.

A referência ao deputado como "chefe maior" também teria sido feita pelo coronel reformado da Polícia Militar Wilson de Barros Consani Júnior em depoimento à PF em abril.

Em entrevista no início do mês, o coronel confirmou que o chefe a que se referiu era realmente Paulinho. No entanto, afimou que este era apenas o modo com que se referia ao deputado pelo fato de prestar serviços à Força Sindical, cujo presidente é Paulinho.

Consani, que já teve seu depoimento à Justiça adiado por três vezes, deve ser ouvido no próximo dia 23.

Agilidade

Na semana passada, a Justiça Federal pediu que a PF agilize a entrega das provas recolhidas durante a Operação Santa Tereza. A intenção é normalizar o andamento do processo.

De acordo com a polícia, a análise superficial dos 30 discos rígidos e dos cerca de 70 mil e-mail capturados durante a operação já foi concluída, restando agora uma análise mais aprofundada do material apreendido.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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