Interceptação telefônica da PF liga nome de Paulinho a réus no caso BNDES
da Folha Online
Uma interceptação telefônica feita pela Polícia Federal no dia 23 de janeiro deste ano liga o nome do deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) aos réus no suposto esquema de devios de verbas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O grampo foi capturado durante a operação Santa Tereza, que resultou no indiciamento de 13 pessoas.
De acordo com a polícia, a inteceptação captou uma conversa de meia hora entre Jamil Issa Filho, ex-secretário de Urbanismo da Prefeitura de Praia Grande, e Manuel Fernandes de Bastos Filho, apontado como o "coordenador do esquema" de desvios e que está foragido. Na conversa, os acusados falam a respeito de um "chefe maior" que, para a polícia, seria uma referência a Paulinho.
A referência ao deputado como "chefe maior" também teria sido feita pelo coronel reformado da Polícia Militar Wilson de Barros Consani Júnior em depoimento à PF em abril.
Em entrevista no início do mês, o coronel confirmou que o chefe a que se referiu era realmente Paulinho. No entanto, afimou que este era apenas o modo com que se referia ao deputado pelo fato de prestar serviços à Força Sindical, cujo presidente é Paulinho.
Consani, que já teve seu depoimento à Justiça adiado por três vezes, deve ser ouvido no próximo dia 23.
Agilidade
Na semana passada, a Justiça Federal pediu que a PF agilize a entrega das provas recolhidas durante a Operação Santa Tereza. A intenção é normalizar o andamento do processo.
De acordo com a polícia, a análise superficial dos 30 discos rígidos e dos cerca de 70 mil e-mail capturados durante a operação já foi concluída, restando agora uma análise mais aprofundada do material apreendido.
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Especial


Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
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E o que deu?
Deu em nada.
Parecem "imexíveis"...
Quando todos achavam que o nobre casal, seria pego no caso da ONG "Meu Guri", em virtude da farta abundancia de provas, o "meu guri", escapou como se nada houvesse.
Triste trabalho da Justiça no Brasil.
Algumas pessoas, parecem simplesmente estar acima do bem e do mal...
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