Ministro das Cidades diz que Caixa é responsável por contratos do PAC
da Folha Online
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, atribuiu à Caixa Econômica Federal a responsabilidade pela assinatura dos contratos e fiscalização das obras de saneamento e habitação alvos da operação João de Barro, da Polícia Federal, informa nesta segunda-feira reportagem de Fernanda Odilla, publicada pela Folha (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do UOL e do jornal).
"A Caixa tem que controlar seus funcionários. Qualquer coisa que tenha havido nas prefeituras é com quem assinou os contratos. É comigo? Não. O contrato é assinado com a Caixa", disse Fortes, tentando eximir sua pasta de participação no esquema de fraude em contratos e desvio de recursos públicos de obras com verbas federais, parte delas incluída no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Segundo a reportagem, depois de demitir dois funcionários suspeitos de integrarem a quadrilha, Fortes disse que é preciso apurar a participação de servidores da Caixa na fraude. Ele justificou dizendo que paga até 2,5% das obras para a Caixa analisar projetos, fiscalizar e monitorar as ações programadas pelo ministério.
À Folha, por meio da assessoria de imprensa, a CEF disse que não se manifestará sobre o assunto e limitou-se a informar que não foi procurada pelas autoridades e que está à disposição para qualquer esclarecimento.
A reportagem está na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.
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Especial


Devemos aceitar tudo cegamente, afinal, Lula virou Deus.
Aceitem os esquemas de corrupção calados, senão serão taxados de pessimistas, "da oposição",etc.
Brasil esta super bem, super educado, super nos trinks.
Política hidem!
[]s
Eduardo.
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Isto queer dizer que fazem de tudo e inventam um pouquinho mais para justificar o injustificável.
É uma pena de que a corrupção tornou-se rotina do cotidiano principalmente político, que o eleitor nem mais liga para isso e consegue eleger sempre os mesmos, mesmo que possuam fichas sujas, participem de escândalos entre outros.
É LAMENTÁVEL, MAS FAZER O QUE, SE PRATICAMENTE NINGUÉM DÁ OUVIDOS À ÉTICA E À DIGNIDADE NA VIDA POLÍTICA DO PAÍS.
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