Brasil
07/07/2008 - 21h23

Candidatos criticam prefeito e Yeda em debate em Porto Alegre

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GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre

No primeiro debate entre os candidatos à Prefeitura de Porto Alegre, o atual prefeito José Fogaça (PMDB) foi o principal alvo dos ataques dos concorrentes e teve de dar explicações sobre o suposto envolvimento de seus assessores na tentativa de fraude na maior de licitação de sua gestão, de R$ 305 milhões para limpeza urbana.

Realizado pelo grupo RBS no domingo, o debate entre sete dos nove candidatos foi transmitido pelo canal comunitário TV Com (UHF e cabo) e por uma rádio do conglomerado.

A RBS afirma que 250 mil pessoas acompanharam "pelo menos algum trecho do debate entre as 22h30 e 1h15".

A disputa da capital gaúcha está embolada: além dos partidos de esquerda --que se fragmentaram na candidaturas das deputadas federais Maria do Rosário (PT), Manuela D'Ávila (PC do B) e Luciana Genro (PSOL)--, Onyx Lorenzoni (DEM) e o tucano Nelson Marchezan Júnior tentam ocupar a cadeira de Fogaça.

A candidata do PSOL criticou o prefeito ter mantido em cargos comissionados (sem concurso) pessoas suspeitas, segundo a Polícia Civil e o Tribunal de Contas do Estado, de terem tentado favorecer, na licitação, empresas que doaram para a campanha de Fogaça em 2004. "Não houve fraude porque revogamos a concorrência", afirmou Fogaça.

Maria do Rosário e Onyx também miraram no peemedebista. A petista, que tentou se vincular ao presidente Lula citando ações do governo federal em todas as suas intervenções, disse que a prefeitura destinou menos para a saúde do que gastou em publicidade.

Onyx centrou fogo nos preços das passagens de ônibus. "Ao invés de passagem única, fez a passagem tri-cara, já que assumiu a prefeitura com passagem a R$ 1,75 e hoje está em R$ 2,10", afirmou.

Yeda

A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), que enfrenta uma crise política detonada pelo escândalo de desvio de R$ 44 milhões do Detran gaúcho, foi lembrada por Fogaça e por Luciana Genro durante o debate. O primeiro, que é aliado da tucana, elogiou o ajuste fiscal do Estado. A candidata do PSOL atacou a proposta de reajustar o salário da governadora em 143% (de R$ 7.140 para R$ 17.343).

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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