Supremo prorroga decisão sobre habeas corpus de Daniel Dantas
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O presidente do STF, Gilmar Mendes, prorrogou a decisão sobre o pedido de liberdade para o banqueiro Daniel Dantas, preso na Operação Satiagraha da Polícia Federal. Em decisão nesta quarta-feira, Mendes solicita mais informações a respeito do processo à Justiça Federal. O processo está na 6ª Vara Criminal da Seção Judiciária.
A Folha Online apurou que o ministro aguarda cópias da decisão que decretou a prisão temporária de Dantas e também de busca e apreensão.
Ele concedeu aos advogados de defesa do banqueiro o direito de ter acesso aos autos que envolvem as denúncias contra seu cliente.
A Operação Satiagraha investiga suposta prática dos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas, formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras.
Além de Dantas, a PF também prendeu o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, o investidor Naji Nahas e outras 14 pessoas na terça-feira (8). Foram expedidos ao todo 24 mandados de prisão, além de 56 de busca e apreensão.
Também foram apreendidos documentos, computadores, veículos e dinheiro em espécie que ainda está sendo contabilizado. Somente em um local foram apreendidos cerca de R$ 1,1 milhão.
Investigações
Segundo a PF, as investigações começaram há quatro anos, com o desdobramento das apurações feitas a partir de documentos relacionados com o caso mensalão. A partir de documentos enviados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para a Procuradoria da República no Estado de São Paulo, foi aberto um processo na 6ª Vara Criminal Federal.
Na apuração foram identificadas pessoas e empresas supostamente beneficiadas no esquema montado pelo empresário Marcos Valério para intermediar e desviar recursos públicos. Com base nas informações e em documentos colhidos em outras investigações da Polícia Federal, os policiais apuraram a existência de uma organização criminosa, supostamente comandada por Daniel Dantas, envolvida com a prática de diversos crimes.
Para a prática dos delitos, o grupo teria possuído empresas de fachada. As investigações ainda descobriram que havia uma segunda organização, formada por empresários e doleiros que supostamente atuavam no mercado financeiro para lavagem de dinheiro. O segundo grupo seria comandado pelo investidor Naji Nahas.
Além de fraudes no mercado de capitais, baseadas principalmente no recebimento de informações privilegiadas, a organização teria atuado no mercado paralelo de moedas estrangeiras. Há indícios inclusive do recebimento de informações privilegiadas sobre a taxa de juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano).
Os presos na operação devem ser indiciados sob as acusações de lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas, sonegação fiscal e formação de quadrilha. Eles serão transferidos para São Paulo, onde permanecerão na carceragem da Superintendência Regional da PF.
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Especial


O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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O povo necessita ter a coragem de enchergar claramente as ações isentas das paixões e tendencias que de forma pura constroem a vida comunitária, dando sustento às necessidades de trabalho, moradia, saude , educação. Um politico envolvido em uma trama das chamadas mensalinho ou mensalão, cnstrução de castelos, farra das passagens, gastos excessivos com cartões corporativos em beneficio proprio, atos secretos, não estão sequer intencionados no bem comum do povo. Dizer se agora depende do parecer técnico do STF é assumir de pronto que o sentido técnico nos seus entremeios poderá assumir algo diferente do real sentido comum. Jamais teria existido qualquer desvio de dinheiro como foi mencionado pelo ministro relator no STF se o fato gerador " o governador do estado de Minas Gerais na época não estivesse concorrendo à reeleição e a SMPEB, a DNA, o Duda Mendonça não estivessem no comando das operações a por aprovação do proprio governador". Esperamos a resposta tecnica da palavra inteira responsavel do STF.
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