Brasil
09/07/2008 - 17h11

Alckmin compensa falta de apoio no PSDB com engajamento dos partidos aliados

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

O candidato a prefeito de São Paulo e ex-governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), está compensando o apoio raquítico do PSDB à sua candidatura com o engajamento dos partidos coligados. O principal parceiro do ex-governador na campanha que começou domingo passado (6) é o PTB, que indicou o deputado estadual Campos Machado para a vaga de vice do tucano.

O apoio do PSDB à candidatura Alckmin ainda não ganhou musculatura. Até a convenção da sigla, realizada no final do mês passado, 11 dos 12 vereadores tucanos na Câmara Municipal e caciques do partido --como o governador do Estado José Serra-- apoiavam a reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Mesmo com a escolha de Alckmin na convenção, o apoio dentro do partido não é unanime. Os secretários tucanos de Kassab não deixaram a prefeitura e auxiliam o prefeito em seu programa de governo. Já os vereadores do partido se recusam a fazer campanha contra o democrata.

A solução encontrada foi contar com o apoio dos outros partidos da aliança, especialmente do PTB, o maior da coligação, que conta ainda com PSL, PSDC E PHS.

Nas campanhas de rua do ex-governador, são encontrados mais militantes e bandeiras do PTB que do próprio Alckmin. O apoio redobrado dos petebistas ao ex-governador partiu do próprio Campos Machado, que também preside o partido no Estado.

A determinação é para que os 57 presidentes zonais e os 10 departamentos da legenda (cada um cuida de um assunto diferente, como juventude, mulher e afrodescendentes) realizem grandes eventos para a campanha de Alckmin.

Nos últimos dias, o ex-governador recebeu o apoio do sindicato dos comerciários, dos taxistas, dos aposentados e dos engenheiros. Essas adesões, no entanto, não foram conquistadas pelos tucanos, mas costuradas pelos partidos da aliança.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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