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Brasil
10/07/2008 - 20h09

Marta volta a criticar restrição de caminhões implantada por Kassab

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MARINA NOVAES
colaboração para a Folha Online

Apesar dos esforços para não criticar os adversários de campanha nos últimos dias, a candidata do PT à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy, não resistiu e alfinetou as ações adotadas pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição, para o trânsito da capital paulista, nesta quinta-feira.

Abordada por uma moradora da Vilinha 25 de Janeiro, na região da Luz (centro) --onde esteve fazendo campanha hoje--, que reclamava da lei de restrição à circulação de caminhões na cidade, a candidata voltou a chamar de "improvisada" a ação da gestão atual. "Isso que dá fazer coisa improvisada", disse à moradora, deixando momentaneamente de lado a postura amena que vem adotando durante a semana.

Henrique Manreza/Folha Imagem
Marta Suplicy (PT) visita conjunto habitacional "Vilinha 25 de Janeiro" em dia de campanha
Marta Suplicy (PT) visita conjunto habitacional "Vilinha 25 de Janeiro" em dia de campanha

Marta já havia declarado que considerava as soluções implantadas por Kassab de "improvisadas" e "impensadas". Desde o último dia 30, os caminhões de médio e grande portes estão proibidos de circular na área de 100 km quadrados interna ao centro expandido das 5h às 21h de segunda a sexta-feira e das 10h às 14h aos sábados.

Primeira colocada na última pesquisa do Datafolha --a candidata aparece com 38% das intenções de votos à prefeitura-- Marta tem evitado criticar os outros candidatos, mudando o tom dos discursos adotados no período de pré-campanha.

"Vocês podem me testar à vontade", disse ontem aos jornalistas em tom de brincadeira, questionada sobre o abandono das críticas aos concorrentes. Mesmo quando questionada sobre eventuais críticas feitas pelos outros candidatos, Marta tem mantido a postura tranqüila e se recusado a fazer comentários.

Segundo integrantes do PT, Marta levou à sério o slogan de sua chapa eleitoral "Uma nova atitude para São Paulo", e deve continuar imune aos bate-bocas. A candidata tem defendido que a campanha deve se concentrar na "apresentação de propostas".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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