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Brasil
11/07/2008 - 13h29

Tarso reitera não haver divergências em decisões sobre libertação e prisão de Dantas

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O ministro Tarso Genro (Justiça) reiterou nesta sexta-feira que não há divergências entre as decisões judiciais que determinaram a libertação e a prisão preventiva do banqueiro Daniel Dantas. Segundo ele, são interpretações diferentes baseadas no que é permitido pela legislação brasileira.

Esquivando-se de criticar o STF (Supremo Tribunal Federal), Tarso tem conversado com o presidente da Suprema Corte, Gilmar Mendes, e com o juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Crimina Federal de São Paulo.

"[A decisão pela prisão preventiva] foi bem fundamentada, como a ordem de soltura do Supremo Tribunal Federal [a concessão do habeas corpus]. As duas ordens forma bem fundamentadas em situações diversas", disse Tarso.

Polêmicas

Em relação à controvérsia em torno do uso de algemas durante a Operação Satiagraha, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, disse que o método será mantido, sem modificações nem flexibilizações.

"Vale para todo mundo independentemente da classe social. O uso das algemas é um ato de administração pública. Para evitar a injustiça, nós temos uma regra que vale para todos. Não posso flexibilizar seu uso. Não temos duas categorias de cidadãos", disse Corrêa.

Recursos

A colunista Mônica Bergamo, da Folha, informou nesta sexta-feira que os advogados do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, preso na Operação Satiagraha, da Polícia Federal, entraram nesta sexta-feira com uma petição no STF (Supremo Tribunal Federal) para que ele deixe a carceragem da Superintendência da PF em São Paulo.

Dantas está preso preventivamente desde ontem à tarde por decisão da Justiça Federal em São Paulo.

O banqueiro havia sido preso na última terça-feira, mas foi solto na madrugada de ontem depois que o presidente do STF concedeu um habeas corpus por considerar sua prisão "desnecessária".

Comentários dos leitores
O Pacificador (203) 26/11/2009 13h31
O Pacificador (203) 26/11/2009 13h31
"Eleições internas do PT confirmam volta de mensaleiros ao comando do partido..."
É surpresa isso?
A natureza é assim mesmo...
Veja só: Flor do Pântano cresce aonde?
Pois é, com eles não poderia ser diferente...
sem opinião
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joao michelini (82) 26/11/2009 11h31
joao michelini (82) 26/11/2009 11h31
A partir da ANISTIA E DAS DIRETAS JA.
Surge uma NOVA CLASSE SOCIAL BRASILEIRA.. A DOS POLITICOS ...e que nos dias de hoje supera as demais classes. BAIXA, MEDIA E ALTA.
A CLASSE DOS POLITICOS PODE SER CONSIDERADA ALTA-ALTA - transferências de propriedades, sem exceção, foram conseguidas através de tácticas mafiosas, de assassinatos, de roubos generalizados, de apropriação de recursos do ESTADO, MUNICIPIOS, UNIAO E ESTATAIS,PRIVATIZAÇOES. Apropriadas pelas máfias privadas dirigidas por PARTIDARIOS ALIADOS com a corrupção. Esses novos multimilionários saqueam ESTADOS MUNICIPIOS A UNIAO E GRANDES EMPRESAS ESTATAIS em milhões de dólares.O MEXICO E O BRASIL, são os dois países que privatizaram os monopólios públicos mais lucrativos, os maiores e os mais eficientes. Do total de 157,2 mil milhões de dólares nas mãos de 38 multimilionários latino-americanos, 30 são brasileiros. Alguns acumularam suas fortunas obtendo contratos governamentais, e outros através DE INFLUENCIA POLITICA BENEFICIANDO-SE de relações políticas e suborno de empresas públicas.
E O RESTO É RESTO
Classe alta - Classe média - Classe baixa - Miseráveis
E a CLASSE DE OTARIOS COMO NOS ELEITORES, QUE PAGAMOS POR TUDO ISSO..., QUE SE LASQUE, RECORRER A QUEM SE DOMINARAO TUDO.
EXECUTICO - LEGISLATIVO E ATE O JUDICIARIO COM O STF DANDO LHES COBERTURA...
-----VOTO NULO NAS PROXIMAS ELEIÇOES NESTA CASTA DE MALANDROS---
55 opiniões
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J. Pimentel (70) 22/11/2009 11h21
J. Pimentel (70) 22/11/2009 11h21
Aos poucos estão desqualificando os crimes cometidos no emblemático caso do Mensalão. O mensalão "oficialmente" é uma contribuição mensal para que os deputados votassem com o governo. Na prática foi a forma de reeembolsar os deputados para cobrir seus compromissos de campanha. Esse dinheiro saiu de um CAIXA DOIS, ou seja, fora da contabilidade oficial, do mesmo caixa que financiou grande parte das campanhas, não só do PT. O Operador pricipal foi Marcos Valério, através de suas agências de propaganda, mas não foi o único com certeza, porque a movimentação financeira é muito alta para ficar concentrada apenas nas agências denunciadas. São dois crimes, na verdade, que já ficou em apenas um e, depois de tanto tempo já se pode colocar este caso no rol de impunidades que assola a dignidade do país. Com o apoio popular que tem, Lula tem assegurado essa impunidade, inclusive negando o inegável, fingindo desconhecer o esquema que não foi criado por ele, mas é uma prática tradicional da politica brasileira. A descaração do PT e seus aliados, que continuam dando as cartas no partido e na politica brasileira, é apenas um desses atos vergonhosos com os quais os brasileiros se acostumaram e, pelo apoio que teem dado ao atual governo, também apoiam essa "maracutaia", termo consagrado na língua portuguesa pelo próprio presidente Lula. É bom que se esclareça que não foi o PT quem criou essas práticas. A decepção é que acreditavamos que o PT fosse acabar com elas e não utilizá-las também. 2 opiniões
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