Advogado de Chicaroni nega que seu cliente confessou suborno à PF
MARCELO GUTIERRES
colaboração para a Folha Online
O advogado de Hugo Chicaroni negou nesta sexta-feira que seu cliente confessou em depoimento a tentativa de suborno a um delegado federal para que ele tirasse alguns nomes do inquérito da Polícia Federal que investiga o dono do banco Opportunity, Daniel Dantas. Tanto Chicaroni quanto o banqueiro foram presos na última terça-feira (8) durante a Operação Satiagraha.
"Não, não existe confissão", afirmou o advogado Jean Menezes de Aguiar após deixar a Superintendência da PF em São Paulo, onde seu cliente permanece preso.
Segundo denúncia do Ministério Público Federal, duas pessoas teriam, supostamente a mando de Dantas, oferecido US$ 1 milhão para o delegado. Uma delas seria Chicaroni.
O depoimento de Chicaroni à PF foi um dos motivadores para o novo pedido de prisão preventiva de Daniel Dantas, que chegou a ser solto na madrugada de ontem, mas preso novamente durante a tarde do mesmo dia.
Segundo a Procuradoria, Chicaroni detalhou em seu depoimento à PF os preparativos da tentativa de suborno ao delegado federal para que o nome de Dantas e de integrantes da sua família fosse retirado de um inquérito da PF sobre supostas operações ilícitas.
Após visitar seu cliente, Aguiar sugeriu que teve dificuldades em se comunicar com Chicaroni na sede da PF em São Paulo. "A única reclamação é o sistema de interfone [utilizado pelo advogado para falar com o cliente]. Isso que eu vou discutir na Justiça."
Das 17 pessoas presas durante a Operação Satiagraha, Dantas e Chicaroni são os únicos que continuam presos na sede da PF em São Paulo. Dantas deve prestar depoimento às 15h desta sexta-feira.
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Especial


O resto é conversa fiada.
Esse cara não é confiável.
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DILMA2010!!!!!!!!!!
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O povo necessita ter a coragem de enchergar claramente as ações isentas das paixões e tendencias que de forma pura constroem a vida comunitária, dando sustento às necessidades de trabalho, moradia, saude , educação. Um politico envolvido em uma trama das chamadas mensalinho ou mensalão, cnstrução de castelos, farra das passagens, gastos excessivos com cartões corporativos em beneficio proprio, atos secretos, não estão sequer intencionados no bem comum do povo. Dizer se agora depende do parecer técnico do STF é assumir de pronto que o sentido técnico nos seus entremeios poderá assumir algo diferente do real sentido comum. Jamais teria existido qualquer desvio de dinheiro como foi mencionado pelo ministro relator no STF se o fato gerador " o governador do estado de Minas Gerais na época não estivesse concorrendo à reeleição e a SMPEB, a DNA, o Duda Mendonça não estivessem no comando das operações a por aprovação do proprio governador". Esperamos a resposta tecnica da palavra inteira responsavel do STF.
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