Marta e Kassab minimizam resultado de pesquisa eleitoral em SP
colaboração para a Folha Online
Os candidatos à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy (PT) e Gilberto Kassab (DEM) disseram não se preocupar com o resultado da pesquisa Setcesp/Ibope divulgada nesta quarta-feira. De acordo com a pesquisa, o quadro eleitoral na cidade está polarizado entre a candidata petista e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), com 35% e 32% da intenções de voto, respectivamente. O democrata aparece em terceiro, com 11%, empatado com o deputado federal Paulo Maluf (PP).
"Não é muito diferente das outras pesquisa, as pesquisas vão se suceder e os quadros vão se modificar a cada semana. Ganha-se a eleição quando se abrem as urnas", disse Marta, que na última pesquisa Datafolha está isolada na frente, com 38% das intenções de voto.
Kassab, que aparecia com 13% na última pesquisa Setcesp/Ibope, espera crescer nas pesquisas com o início da propaganda eleitoral gratuita na TV e rádio, quando terá mais exposição. "Diferentemente dos meus principais adversários, nunca concorri a um cargo majoritária", disse.
Com o maior crescimento entre os candidatos --estava com 25% e agora está com 32%--, Alckmin se disse feliz com o resultado. "A nova pesquisa demonstra que o povo está recebendo positivamente as nossas propostas para enfrentar os desafios de São Paulo", afirmou o candidato em nota enviada por sua assessoria.
Maluf
Apesar de ter crescido de 8% para 11%, o candidato do PP também não se mostrou entusiasmado com o empate no terceiro posto com o atual prefeito. "Por experiência de 19 campanhas eleitorais, não me impressiono com uma pesquisa 3 meses antes das eleições", afirma.
Sobre o fato de ter o maior índice de rejeição entre os candidatos --Maluf tem 56%--, o deputado se esquiva. "Ao andar na rua percebo que meu grau de rejeição não é de 10%", diz Maluf, referindo-se ao apoio que recebe da população durante o corpo-a-corpo de sua campanha.
Já a vereadora Soninha Francine (PPS), que aparece com apenas 1% das intenções de voto, diz acreditar que ainda deva crescer. "Tenho certeza que uma maior parcela da população se identifique com minhas idéias", afirma a candidata.
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Especial


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Quem é o importador?!...
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Pelas ultimas posiçoes, açoes, direcionamentos e atitudes do PT nao seria inverossimil tal possibilidade, pois ha muito o PT deixou de ser um partido politico.
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