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Brasil
18/07/2008 - 15h12

Kassab nega que função de prefeito tenha se confundido com a de candidato

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), negou nesta sexta-feira que esteja confundido os papeis de prefeito e candidato à reeleição. A assessoria de imprensa de sua candidatura anunciou uma decisão ligada à prefeitura e não à campanha --a da ampliação do bilhete único.

Nos últimos dias, Kassab tem vistoriado o maior número de obras que pode porque a legislação eleitoral não permite que prefeito participe de inaugurações. Na última terça-feira, ele vistoriou a canalização de um córrego no bairro de Campo Grande, zona sul da cidade, apesar de a obra nem ter sido começada. "Não é porque não temos a empresa trabalhando que a obra não começou", afirmou o prefeito na ocasião.

No começo do mês, ele vistoriou até uma obra da Sabesp. Nessas vistorias, o prefeito --com o cuidado de não pedir votos-- aproveita para ir ao encontro dos eleitores para conversar sobre a obra e encaminhar seus pedidos aos secretários e subprefeitos que costumam acompanhá-lo.

Bilhete único

Na quarta-feira à noite, a assessoria de campanha de reeleição do prefeito encaminhou para a imprensa a informação de que Kassab aumentaria o tempo de validade das integrações do bilhete único. Essa informação deveria ter sido encaminhada pela assessoria da prefeitura. Depois do anúncio, a campanha enviou um material informativo entitulado "Prefeito amplia Bilhete Único e beneficia 6 milhões de pessoas".

Depois de fazer campanha na zona sul da cidade, Kassab negou que esteja confundido os papeis de candidato e prefeito ao misturar as assessorias oficial e de campanha. "São questões distintas, equipes diferentes", disse. "Eu posso afirmar que não há nenhuma interferência da campanha na administração."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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