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Brasil
19/07/2008 - 11h33

Alckmin evita comentar licença de tucanos para apoiar Kassab

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MARCELO GUTIERRES
colaboração para a Folha Online

O candidato à Prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) evitou, neste sábado, comentar o licenciamento de correligionários para apoiar a candidatura de Gilberto Kassab (DEM), que tenta a reeleição e que, nos bastidores, recebeu apoio do governador José Serra. O ex-governador se disse prestigiado pelo PSDB.

Segundo a Folha Online informou ontem (18), os tucanos que defendem a candidatura de Kassab e se recusam a subir no palanque de Alckmin decidiram se licenciar do PSDB em resposta à decisão do Diretório estadual do partido que nesta semana ameaçou punir os correligionários engajados na candidatura do democrata.

O primeiro grupo de tucanos a pedir licença do PSDB para participar na candidatura do DEM à prefeitura vem do diretório do Ipiranga. A decisão já vinha sendo ventilada há algumas semanas, mas só foi definida nesta sexta-feira.

"Essa [licenciamento de candidatos] é uma agenda que já está ultrapassada, que já passou. Agora, é ir para o povo, fazer campanha. A campanha está indo muito bem", disse.

Alckmin fez campanha, neste sábado, na praça Sílvia Romero, no Itaim Paulista (zona leste de São Paulo). Ele recebeu apoio de diversos eleitores.

O corretor de seguros Antônio Pereira, 54, morador da Cohab 1 Arthur Alvim, entregou para o tucano um bilhete com a seguinte frase: "O bom político é como jardim, tem de ser preservado".

Questionado pela Folha Online se se sentia preservado pelo partido, Alckmin respondeu: "Não só preservado, como prestigiado e estimulado. Eu sou fundador do PSDB, a sétima assinatura da fundação do partido. O PSDB está crescendo. O PSDB é forte em São Paulo", afirmou.

Ele também evitou polemizar a respeito da polarização com a candidata do PT, Marta Suplicy, conforme pesquisa divulgada nesta semana. "Eu vou fazer campanha com humildade. Eleição, a definição, é no dia da apuração, no dia do voto. E é uma eleição em duas etapas", disse Alckmin, em relação a um possível segundo turno.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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