Brasil
22/07/2008 - 13h54

Marta diz que se for eleita pretende trabalhar em parceria com governador José Serra

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MARCELO GUTIERRES
colaboração para a Folha Online

A ex-ministra Marta Suplicy (PT), candidata à Prefeitura de São Paulo, pregou nesta terça-feira uma parceria entre o município e governo José Serra (PSDB), do mesmo partido de Geraldo Alckmin, seu adversário, em encontro com representantes de sindicados ligados à construção civil e à infra-estrutura.

Ela nega, no entanto, que se trate de uma estratégia para tentar diminuir um possível acirramento da disputa no segundo turno. Marta e Alckmin lideram as pesquisas, que apontam para uma eventual segunda etapa.

"Não. Não tem nada disso [de uma possível estratégia]. Se eleita prefeita, se tiver essa oportunidade dada pelo povo de São Paulo, uma parceria com o governo do Estado é imprescindível, assim como para o governador do Estado é imprescindível uma parceria com o governo federal", afirmou a ex-ministra.

A petista disse ainda que acredita que as tratativas com o governador serão tranqüilas, caso eleita. "A conversa vai rolar tranqüilamente porque todos querem o bem de São Paulo."

Marta classificou como "gigantescos" os problemas na cidade de São Paulo, sobretudo no setor de transporte e de infra-estrutura, temas dominantes no encontro de hoje. Para a petista, as soluções passam pelas parcerias, indecentemente do candidato eleito.

"Hoje os problemas de São Paulo são tão gigantescos que só uma instância como a estadual como a municipal ou só a federal não dá conta. Precisa a parceria da três instâncias. E isso me parece que é muito claro para o governo estadual, para o governo federal e para o município, não importa que seja eleito".

Marta participou de encontro com seis presidentes de sindicatos patronais da construção civil, infra-estrutura, obras públicas, entre outros. Ela colheu mais elogios do que críticas à exposição das propostas, citando números e cifras, sobretudo no setor de transportes e de infra-estrutura.

O presidente do Instituto dos Engenheiro, Edemar Amorim, se diz surpreso positivamente com as idéias da ex-ministra. Porém, ele considerou "modestos" as cifras de investimentos necessárias, no entender da petista, para ampliação do Metrô. A ex-ministra prometeu recursos na ordem de R$ 500 milhões por ano.

"Tem de ser no mínimo o dobro. Tem de ser no mínimo R$ 1 bilhão por ano de investimentos da prefeitura", frisou Amorim. Ele disse que é necessário fazer mais 200 quilômetros de metrô na cidade, mas que o trabalho é para pelo menos duas gestões.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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