Brasil
22/07/2008 - 21h04

Serra ataca gestão do PT na saúde em Campinas

MAURÍCIO SIMIONATO
da Agência Folha, em Campinas

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta terça-feira em evento sobre saúde, em Campinas (95 km de SP), que, quando foi prefeito da capital, herdou "fisiologismo" da gestão anterior à sua, da ex-prefeita e candidata à Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy (PT).

"Começaram a aparecer problemas de funcionamento na capital [no programa de Saúde da Família]. O trabalho começou a ficar redundante, com dificuldades para organizar e para controlar melhor o público, desburocratizar e até para segurar um certo fisiologismo, que herdamos da administração do PT, anterior a esta", disse Serra, no auditório da FCM (Faculdade de Ciências Médicas) da Unicamp.

Serra foi o sucessor da administração de Marta Suplicy na prefeitura. Durante o mandato, ele se elegeu governador e deixou o cargo de prefeito ao seu vice na época --o prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM).

O governador assinou convênio hoje em Campinas com a Unicamp para lançar a primeira Escola de Saúde da Família do Estado de São Paulo.

O projeto prevê investimentos de R$ 3,1 milhões. A escola vai capacitar e formar profissionais de saúde para atuar nos programas municipais de Saúde da Família.

Comentários dos leitores
Master Simbad (1) 21/08/2008 20h06
Master Simbad (1) 21/08/2008 20h06
Só queria dizer pro demo aqui em baixo que o presidente não chamou os estudantes de "babacas" e sim pessoas como você que realmente é um babaca da pior espécie. sem opinião
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M Mig (307) 21/08/2008 19h35
M Mig (307) 21/08/2008 19h35
Yvonne Ferreira,
Pesquise na Wikipedia sobre a marta suplicy e verá o que é deixar um rombo para trás.
sem opinião
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DARCI SEKIYA (27) 21/08/2008 19h07
DARCI SEKIYA (27) 21/08/2008 19h07
NO BRASIL HABITUOU-SE A DIZER QUE DECISÃO JUDICIAL NÃO SE DISCUTE: SE CUMPRE!
EXCELENTE, PORTANTO, A DECISÃO DO STF (SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL) DE APROVAR A SÚMULA VINCULANTE, QUE PROÍBE O NEPOTISMO NO SERVIÇO PÚBLICO NOS TRÊS PODERES: EXECUTIVO, JUDICIÁRIO E LEGISLATIVO. COM ISSO, OS POLÍTICOS TAMBÉM FICAM PROIBIDOS DE CONTRATAREM PARENTES ATÉ 3º GRÁU, ACABANDO, ASSIM, COM A FARRA DO 'TREM DA ALEGRIA', OU SEJA, DE PAGAREM COM DINHEIRO PÚBLICO, FILHOS, IRMÃOS, SOGROS, SOBRINHOS, PRIMOS, ENFIM, FAMILIARES 'COMPETENTES'.
PORÉM, PREOCUPADOS, OS POLÍTICOS ESTÃO SE MOBILIZANDO PARA, NA BASE DO 'JEITINHO BRASILEIRO', CRIAR COTAS PARA PARENTES OCUPAREM CARGOS DE CONFIANÇA. TAL PREOCUPAÇÃO CORROBORA COM UMA ANTIGA DENÚNCIA DANDO CONTA DE QUE ALGUNS VEREADORES, DEPUTADOS (ESTADUAIS E FEDERAIS) E ATÉ SENADORES DA REPÚBLICA UTILIZAM A VERBA DE GABINETE PARA 'ENGORDAR' OS PRÓPRIOS RENDIMENTOS NA MEDIDA EM QUE FICAM COM PARTE DOS SALÁRIOS DOS PARENTES CONTRATADOS PARA 'ASSESSORÁ-LOS'. A PARTIR DESSA PROIBIÇÃO É NECESSÁRIO FISCALIZAR NO SENTIDO DE VERIFICAR, SE OS 'CABIDES DE EMPREGO', PELO MENOS COMPARECEM PARA 'TRABALHAR'.
O STF PODIA PRESTAR OUTRO GRANDE SERVIÇO À NAÇÃO EXTERMINANDO A VERBA DE GABINETE, UM PRIVILÉGIO QUE OS POLÍTICOS 'ADQUIRIRAM' NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR. AFINAL, A CONTRATAÇÃO DE PARENTES POR PARTE DOS POLÍTICOS, POR SÍ SÓ, DEMONSTRA QUE ESSA TAL VERBA É COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIA PARA O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE PARLAMENTAR.
DARCI SEKIYA - O REPÓRTER
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