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Brasil
23/07/2008 - 08h57

Alckmin pede, e Serra indica doadores à campanha tucana em SP

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Apesar do declarado apreço pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), começou a colaborar com a candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin à prefeitura.

A pedido de Alckmin, Serra indicou potenciais doadores para a campanha do PSDB, inclusive fora de São Paulo.

A ajuda a Alckmin se dá em um momento em que Kassab se mantém estacionado nas pesquisas. Sem desconhecer as dificuldades, o prefeito admite, até em entrevistas, que está pronto para qualquer resultado: "Como qualquer democrata, estou preparado para ganhar ou para perder".

O candidato tucano pediu a colaboração do governador há dez dias, num encontro que disse ter sido um dos melhores com o governador. A interlocutores ele cita a participação de integrantes do governo na campanha, como sinal da boa vontade de Serra.

Alckmin também busca aproximação com os vereadores do PSDB, ainda resistentes à idéia de gravar propaganda eleitoral. Ele se reunirá com a bancada na semana que vem. Sobre o apoio de Serra, Kassab disse "que ele é bom com os dois [candidatos]. Tem demonstrado isso".

Correndo contra o tempo, o prefeito atravessou ontem a cidade de helicóptero: de Parelheiros, no extremo sul, a Guaianases, no extremo leste, passando por Santana, na zona norte. A convite de Kassab, a Folha acompanhou a maratona a bordo de um Bell Jet alugado pela campanha.

Insistindo na polarização com a ex-prefeita Marta Suplicy, Kassab se queixou do legado da petista ontem ao anunciar, como prefeito, a construção de um hospital municipal em Parelheiros.

Com a mesma estratégia, Alckmin criticou Marta ao anunciar a montagem de seu programa de governo: "Não é possível você sair do ministério nem começar a campanha e, no outro dia, já estar com o programa de governo pronto", atacou.

Em palestra a empresários da construção civil, Marta voltou a prometer mais que dobrar a extensão de metrô e de corredores de ônibus da cidade. A maior parte do dinheiro, entretanto, viria do governo do Estado, que é do PSDB.

"Não vejo por que o governador Serra não iria querer uma parceria do governo federal e do governo municipal", disse Marta. Os empresários disseram que os recursos são bem-vindos, mas alguns consideraram os valores modestos.

Colaboraram JOSÉ ALBERTO BOMBIG e RANIER BRAGON, da Folha de S.Paulo

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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