Brasil
23/07/2008 - 09h39

Naji Nahas recebeu mala de dinheiro, diz acusado na Itália

da Folha Online

Ex-chefe mundial da equipe de inteligência da TI (Telecom Italia), Giuliano Tavaroli disse, em depoimento ao Ministério Público de Milão, que o investidor Naji Nahas recebeu uma valise com milhões de dólares para resolver questões da empresa no Brasil, informa nesta quarta-feira reportagem de Leonardo Souza e Valdo Cruz, publicada pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Segundo a reportagem, apesar de não usar o termo corrupção, conforme Tavaroli, o dinheiro era para pagar propina no Brasil. "O fato é que para essa prestação o hábil Nahas --além da valise 'viajante'-- recebe 25 milhões sem um reles suporte documental da atividade desenvolvida", disse.

Tavaroli está entre os 34 denunciados anteontem pelo Ministério Público de Milão por bisbilhotar ilegalmente pessoas na Itália e no exterior em defesa dos interesses da empresa, inclusive no Brasil.

Em entrevista em janeiro sobre o tema, Nahas sustentou que nunca pagou propina e que o dinheiro que ganhou foi legal. Ontem, ele não foi localizado pela Folha para comentar o assunto.

A reportagem está na edição da Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Bella Bona Fides (1) 05/10/2008 10h31
Bella Bona Fides (1) 05/10/2008 10h31
Parabéns Silva e Silva por sua lucidez e verdade.
Os ANTI-BRASIL estão sem ARGUMENTO NENHUM, por esta razão BAIXAM O NÍVEL, revelando o ranço e e todo o preconceito desmedido,
Só não vê quem é cego, a verdade está bem clara, seu texto deveria ser considerado uma CRÔNICA, e lembrado todos os dias
Meus sinceros PARABÉNS, quem não leu e prima pela verdade leia:
"Caros Leitores,
Percebam a tática utilizada pelos petralhas neste site.
Querem a todo custo destruir, enfraquecer, tirar a credibilidade da mídia, do congresso, do judiciário, desqualifiar todo e qualquer oponente, através de dissimulações e de inversões de fatos.
Desta forma, abrem caminho para que emendas constitucionais, referendos, possam ser utilizados a seu favor, nos moldes do Equador, da Bolívia, da Venezuela, o que representa um grande perigo a liberdade democrática do cidadão.
Percebam que, mesmo sabedores que o grande chefe, o lulla, responsável pela PF e Abin, sendo ele o destinatário final dos relatórios dessas instituições, preferem condenar como responsáveis o GM, o Judiciário, o Congresso, e a Mídia.
Ninguém aqui, jamais vera em qualquer texto deles qualquer menção ao nome lulla.
Mas verão até a CUT, mesmo sem representatividade, pedindo e protocolando o pedido de impeachment de GM.
Por outro lado, não é mero acaso, que numa segunda tentativa, novamente, eles estejam pleiteando, desta feita mais branda, mas não menos perigosa, a LEI DA MORDAÇA PARA A IMPRENSA BRASILEIRA.
E nós que conseguimos vislumbrar com clareza essa SAFADEZA, somos adjetivados como sendo a "elite branca", a "classe mérdia".
Mesmo que fossemos, quem os sustenta são todas as elites, e toda a classe média pagadora de impostos, que vão para o esgoto a cada minuto neste des(governo) de aloprados.
O brasileiro tornou-se um escravo, que trabalha de graça 5 meses para pagar aloprado"(sic)
sem opinião
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Aqui temos vários absurdos: a FSP subrepticiamente, quer dar a entender que o advogado do Daniel Dantas está pedindo à Condolessa que destrua documentos que podem incrimina-lo (ao Dantas). Não é isso, o advogado americano, que, por acaso é o advogado do Dantas, pede que a Secretaria de Estado interfira para que ele, advogado, não seja incriminado no Brasil por atos que praticou na defesa do cliente. Fica feio deturpar a notícia! 24 opiniões
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Antonio Fouto Dias (1691) 03/10/2008 17h01
Antonio Fouto Dias (1691) 03/10/2008 17h01
Enquanto que no Brasil se questiona o uso de algemas, tivemos conhecimento de que o piloto Helio Castro Neves, compareceu à Corte algemado não só nas mãos, como nos pés, pois está respondendo a processo por sonegação fiscal.
Teve que pagar uma significativa fiança para responder em liberdade.
Se no Brasil, não só utilizassem legislação equivalente como a cumprissem, o que seria de alguns?
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