Brasil
27/07/2008 - 13h52

Campanha de Alckmin evita criticar uso de máquina pública por Kassab

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Integrantes da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo evitaram, neste domingo, criticar a atitude do atual prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), de usar a máquina da prefeitura para tentar influir na última pesquisa Datafolha.

O vice na chapa do tucano, deputado Campos Machado (PTB), afirmou apenas que a campanha que tem Alckmin à frente segue em outro caminho e refutou a possibilidade de a sua coligação "promover distúrbios" em locais de pesquisas. "A carapuça não serve para nós", afirmou Machado.

Segundo o prefeito disse à Folha, o seu objetivo ao enviar um e-mail aos subprefeitos pedindo para que realizassem "ações" em locais de pesquisas seria uma "ação preventiva" para evitar possíveis distúrbios nestes lugares.

O deputado Edson Aparecido (PSDB), coordenador da campanha tucana, também evitou críticas diretas a Kassab, apesar de não concordar com a atitude. "Cada um faz campanha do jeito que acha melhor", disse.

Aparecido e Machado participaram, na manhã deste domingo, de caminhada por ruas da favela de Heliópolis, na zona sul da cidade. A presença de Alckmin também era esperada, mas o candidato teve uma indisposição estomacal na madrugada de ontem e, segundo assessores, está internado no Incor (Instituto do Coração) para realizar exames.

Estratégia

A visita à Heliópolis faz parte da estratégia da campanha tucana de buscar votos em redutos eleitorais em que a candidata do PT, Marta Suplicy, leva vantagem. "Hoje estamos trabalhando no sul 2, leste 1 e leste 2", afirma Machado, referindo-se às regiões onde Marta tem mais votos que Alckmin.

No sábado, a campanha de Alckmin esteve na favela de Paraisópolis, também na zona sul da cidade. Durante a visita em Heliópolis na manhã de hoje, a comitiva tucana cruzou, por diversas vezes, com cabos-eleitorais da petista.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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