Em meio a crise, Yeda empossa novo secretário de Segurança
da Agência Folha
Menos de 24 horas depois de um dia de protestos nos presídios do Estado, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), deu posse ontem ao novo secretário da Segurança.
O general Edson de Oliveira Goularte foi nomeado para substituir o delegado da Polícia Federal José Francisco Mallmann, que anunciou sua saída do cargo na última sexta-feira.
Yeda enfrenta uma crise política desde que a PF deflagrou a Operação Rodin, que desmontou um suposto esquema de fraude que teria desviado R$ 44 milhões do Detran do Estado.
Pelo menos seis integrantes do primeiro escalão do governo tucano já pediram demissão.
No caso de Mallmann, a relação estava desgastada desde maio, mês da operação da PF. A aliados Yeda reclamou de não ter sido avisada por ele da investigação, que acabou com 13 pessoas presas.
O anúncio do novo secretário ocorreu anteontem em meio às comemorações do aniversário da tucana.
Presídios
No sábado, agentes penitenciários, em greve há 15 dias, decidiram suspender visitas aos presídios do Estado. Detentos protestaram e ameaçaram fazer motins.
A Brigada Militar do Estado teve de ser chamada para assumir a segurança em alguns presídios e manter a visitação ontem.
No Presídio Estadual de Alegrete, um preso de 28 anos foi morto após tentativa de fuga. Em Bagé, Rio Grande e Santana do Livramento, também houve tumultos.
Durante a posse do novo secretário, a governadora classificou os tumultos nas cadeias como "lamentáveis", e disse que "a tranqüilidade já se refez nesses presídios, apesar dos acontecimentos".
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Especial


É desproporcional, a força com que estão querendo minar o governo dela.
O engraçado, é que são os mesmos grupos e partidos que antes governaram o Estado, e motivaram a saída de centenas de empresas de lá.
Por pura instabilidade economica e falta de visão estratégica.
São os mesmos!
E querem a boquinha de volta.
Será que os gaúchos caíram neste golpe?
Para o bem deles, tomara que não.
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