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Brasil
28/07/2008 - 14h24

Crivella diz que ajuda da Força Nacional de Segurança nas eleições será bem-vinda

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DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio

O candidato a prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB) disse hoje, durante campanha nas ruas de Marechal Hermes (zona norte), que não se intimida com a ação de milicianos e traficantes nas favelas da cidade. Ele considera revoltante o episódio vivido por jornalistas na favela Vila Cruzeiro, no último sábado, e afirma que a ajuda da força-tarefa e de outras autoridades seriam bem-vindas.

"Me entristece profundamente, me indigna, me revolta, mas não me intimida. Eu vou continuar indo a todos os lugares onde houver eleitores. Esse é o trabalho político. Nós temos áreas dominadas por bandidos, sejam milicianos, seja o narcotráfico e todo esforço que as autoridades fizerem é bem-vindo", disse o senador, ao se referir a proposta de criação de uma força-tarefa para garantir a segurança nas eleições do Rio.

Crivella aponta como fundamental a liberdade de circular em qualquer local do Rio e lamenta o trágico momento de abandono da cidade. Ele considera essencial evitar que o município do Rio permaneça dividido entre classes sociais.

"Aqui [Rio], nós temos duas cidades em uma. De um lado uma área culta, que se desenvolve, onde as pessoas têm acesso à prosperidade e cultura. Do outro, uma multidão de gente vivendo abaixo da linha da dignidade humana", afirmou ele, que aproveitou para divulgar o projeto Cimento Social como alternativa de integração da população da cidade.

Informalidade

Durante a caminhada no bairro de Marechal Hermes, o senador demonstrou boa forma física ao pular uma grade de ferro para cumprimentar eleitores do comércio local. Ele também lançou seu plano de governo para solucionar a situação irregular dos camelôs na cidade.

"O Rio precisa de desenvolvimento econômico. Eu quero dar a eles [camelôs] perspectiva de vida. O prefeito pode contribuir muito, fazendo com que haja aqui interesse de negócios", disse o senador.

O candidato do PRB aposta nas mudanças do código de obras, que segundo o senador é ilegível, para tirar trabalhadores da informalidade. "É mais fácil você ler a bíblia em aramaico do que entender o nosso código de obras", disse.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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