TRE-RJ diz que não vai admitir controle do voto dos eleitores por milícias e traficantes
DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio
O presidente do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio, desembargador Roberto Wider, disse hoje que a Justiça Eleitoral não vai permitir que o tráfico e as milícias tentem controlador o voto dos moradores de comunidades dominadas pela ação dos criminosos. Segundo ele, a Justiça Eleitoral vai trabalhar para garantir a liberdade de voto da população.
"É evidente que essa questão das milícias é negativa. Não podemos admitir nenhuma tentativa de controle da vontade popular. Dentro dessa linha, lutaremos para garantir aos eleitores a máxima liberdade possível", afirmou Wider.
O presidente do TRE-RJ afirmou que está ficando cada vez mais claro que os criminosos estão querendo eleger representantes de suas atividades. "A questão das milícias e do tráfico não é nova. Mas ficou mais latente que estão na atividade pública buscando criar representantes para essa atividade fora da lei. Por isso não abriremos mão da luta pela moralidade do exercício do mandato eletivo."
A Polícia Civil do Rio apreendeu na semana passada uma suposta carta do chefe do tráfico do Rio na qual ele pede votos e exige campanha única para um candidato a vereador da Rocinha. Para a polícia, trata-se do candidato pelo PSDC Luiz Cláudio de Oliveira, o Claudinho da Academia, presidente da Associação de Moradores da Rua 1 da Rocinha.
Segundo o delegado Alan Turnowski, que comandou a operação, o documento é uma ata de reunião entre o traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, apontado com o chefe do tráfico de drogas da Rocinha, e lideranças comunitárias e outros traficantes da comunidade. A suposta ata, de acordo com Turnowski, foi encontrada na casa de uma das namoradas de Nem. 'Todo o empenho para o candidato da Rocinha. Não aceito derrota! Ninguém trabalhando para candidato de fora. Não agendar, não convidar para eventos', diz um dos pontos da suposta ata.
Um outro ponto pede às lideranças da favela 'uma estratégia mais detalhada para a campanha do candidato da Rocinha' e determina que pedidos desse candidato 'não podem ser negados em nenhum segmento (vans, mototaxis, etc)'.
Denúncias
O presidente do TRE disse que a instituição recebeu denúncias anônimas sobre ações intimidatórias contra candidatos adversários em sete comunidades do Rio.
De acordo com ele, as denúncia sobre milícias atingem Rio das Pedras, Carobinha, Santa Cruz e Jacarepaguá. Já o tráfico estaria agindo na Rocinha, Vila Cruzeiro e Vidigal.
Pelas denúncias, diz Wider, lideranças dessas comunidades estão fazendo campanha para determinados candidatos e impedindo outros de entrar nos locais para pedir votos aos moradores.
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Especial



Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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