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Brasil
28/07/2008 - 20h28

Candidatos à Prefeitura do Rio pedem cautela com proposta de força-tarefa

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DIANA BRITO
colaboração para a Folha Online, no Rio

Os candidatos à Prefeitura do Rio acreditam que, se necessário, a criação de uma força-tarefa ou o auxílio da Força Nacional de Segurança podem ajudar a combater a criminalidade na cidade, desde que não haja interferência na campanha de cada candidato. A candidata Jandira Feghali (PC do B) pediu hoje cautela ao governo na proposta de reforçar a segurança de candidatos com a força-tarefa.

"Devemos ter cautela para não gerar mais problemas para a população. É ilusão achar que vai eliminar esse problema na época das eleições. A milícia é o resultado da falta de inteligência na segurança pública. Colocar o exército de novo, como foi no Morro da Providência [centro do Rio], não é adequado, porque é uma força sem preparo para fazer esse trabalho", disse Feghali.

O candidato Chico Alencar (PSOL) não considera suficiente o pedido de reforço policial e enfatiza a atuação dos candidatos como elemento fundamental para as investigações da Polícia Federal. Ele ainda acrescenta que a segurança pública não deve se limitar somente aos candidatos.

"Os próprios candidatos majoritários devem denunciar os poderes paralelos para ajudar a polícia. Se for para investigar os casos de currais eleitorais, pelas milícias e tráfico, nós precisamos das forças policiais investigativas, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Federal, e não da força-tarefa. A segurança não pode ser limitada aos candidatos e deve ser permanente", afirmou o candidato do PSOL.

O candidato Eduardo Paes (PMDB) reforça a política de combate à criminalidade, mas não quer andar com polícia a "tiracolo". Ele acha essencial que o Estado solicite reforços para fornecer o direito de segurança aos candidatos e à população.

"Queremos garantir o direito de ir e vir dos candidatos, imprensa e cidadãos. Não é agradável que aqui no Rio, para caminhar em algumas áreas, você precise ter o auxílio da força policial ou Força Nacional de Segurança, mas se isso for necessário, todos os esforços serão feitos. Nós apoiamos", disse Paes.

Mais cedo, durante a manhã desta segunda-feira, o senador e candidato Marcelo Crivella (PRB) afirmou não se intimidar com a ação de milicianos e traficantes nas favelas do Rio. Mesmo assim, ele acredita que a ajuda da Força Nacional nas eleições seja bem-vinda.

"Me entristece profundamente, me indigna, me revolta, mas não me intimida. Eu vou continuar indo a todos os lugares onde houver eleitores. Esse é o trabalho político. Nós temos áreas dominadas por bandidos, sejam milicianos, seja o narcotráfico e todo esforço que as autoridades fizerem é bem-vindo", disse o senador, ao se referir a proposta de criação de uma força-tarefa para garantir a segurança nas eleições do Rio.

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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