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Brasil
30/07/2008 - 17h10

TSE descarta convocação imediata da Força Nacional para as eleições do Rio

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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) descarta, por enquanto, convocar a Força Nacional de Segurança para garantir a segurança das eleições do Rio. A proposta, defendida pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), começou a ser debatida após denúncias sobre a suposta ação de milícias e traficantes que estariam tentando influenciar o resultado das urnas de outubro por meio da intimidação de eleitores das comunidades carentes.

O presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, disse que o Tribunal tem poder para requisitar futuramente a ajuda da Força Nacional de Segurança. Por enquanto, segundo ele, as polícias civil, militar e federal, por meio de uma força-tarefa de inteligência, vão cuidar da segurança do processo eleitoral.

"Vamos fazer uma mistura da Polícia Estadual, Polícia Federal e, se necessário, das Forças Armadas. O TSE tem poder para requisitar forças federais", disse Ayres após se reunir com o presidente do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio, Roberto Wider, com o ministro Tarso Genro (Justiça) e com o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa.

Britto chamou de bravata as ameaças de traficantes contra eleitores que votarem em candidatos não apoiados pela comunidade. "Não existe isso de violar as urnas para conhecer o voto. É bravata para impressionar eleitores. Vão estar assegurados os direitos das comunidades de escolherem livremente seus candidatos e da imprensa de acompanhar processo eleitoral", disse ele.

O presidente do TSE disse que uma nova reunião, prevista para 11 de agosto, voltará a discutir a segurança das eleições do Rio.

Jornalistas que cobriam a campanha do candidato a prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB) na Vila Cruzeiro, sofreram ameaças no último sábado (26).

Polícia Federal

A Polícia Federal vai reforçar a segurança do processo eleitoral do Rio. O superintendente da Polícia Federal do Rio, Valdinho Jacinto Caetano, disse ontem que pediu reforços para Brasília e que a ajuda começará a partir da próxima semana.

"Como tenho uma série de investigações em curso, hoje são cerca de 30 mil [investigações], eu pedi [reforço] a Brasília e já fui atendido. Eles vão me mandar reforço de pessoal", disse ele após reunião no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio com a cúpula da segurança.

Caetano não mensurou a quantidade de agentes que reforçarão a segurança das eleições. "Não importa se são cinco, 20 ou 50 homens. O que importa é fazer trabalho de qualidade."

O presidente do TRE-RJ, Roberto Wider, descartou ontem pedir a ajuda da Força Nacional de Segurança ou do Exército. "Não adianta colocar o Exército na rua. Não estamos vivendo estado de exceção. Não precisamos do Exército, precisamos de inteligência."

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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