Presidente do TRE-RJ retruca Cabral e diz que segurança nas eleições é problema do Estado
DIANA BRITO
colaboração para Folha Online, no Rio
O presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, Roberto Wider, voltou a afirmar nesta quinta-feira que não é de responsabilidade do Tribunal e sim do governo do Estado garantir a segurança da população e dos candidatos a cargos eletivos no pleito de outubro. Algumas favelas no Rio, como Rocinha e Vila Cruzeiro, chegaram a proibir a entrada de candidatos na comunidade para fazer campanha.
Wider afirmou que chegou a essa conclusão durante a reunião ontem com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Ayres Britto, com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e com o diretor da Polícia Federal Luiz Fernando Corrêa.
A conclusão contraria o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), favorável à atuação da força-tarefa composta pelas Policias Civil, Militar e Federal "antes, durante e depois das eleições". A grupo foi formado na última terça-feira (29), mas ainda não começou a operar.
Wider aproveitou para dar conselhos ao governador. Disse que se ele deseja a força-tarefa, deveria formalizar o pedido ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ministro da Justiça ou à Força Nacional de Segurança.
De acordo com ele, a força tarefa não deve atuar até o dia 11 de agosto. "Até lá, teremos tempo para saber o que será necessário saber", disse. "Nós teremos o resultado de várias tarefas, das quais estaremos incumbindo a Polícia Federal no sentido de avaliação das notícias, das denúncias, dos elementos que possam significar uma atuação negativa em relação à atividade da Justiça Eleitoral."
Ele também disse que os tribunais eleitorais querem ajudar a garantir a regularidade das eleições e declarou apoio ao superintendente da PF, Waldinho Jacinto Caetano. "Ele ainda receberá mais apoio", afirmou.
A opinião de Wider também contraria Britto e Genro, que já puseram à disposição do Estado as forças do Exército, Marinha e Aeronáutica. Eles disseram que só aguardam pedido formal por parte de Cabral ou do próprio TRE-RJ.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
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Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
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