Brasil
31/07/2008 - 23h39

Na chegada ao debate, Alckmin esquece a mulher e Marta tropeça

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THIAGO FARIA
WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para Folha Online

O debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo não se resume a bate-boca e propostas. Ele também é marcado por gafes e constrangimentos. Ao chegarem para o debate, Marta Suplicy (PT) quase caiu, Geraldo Alckmin (PSDB) esqueceu da mulher, Lu Alckmin, e Soninha Francine (PPS) trocou de roupa.

Moacyr Lopes Junior/Folha Imagem
Candidatos a prefeito de São Paulo participam de debate na TV Bandeirantes
Candidatos a prefeito de São Paulo participam de debate na TV Bandeirantes

Ao ser chamada pela imprensa para entrevista, Marta --elegantemente trajada-- quase caiu ao enterrar o salto de seu sapato em um buraco no chão. Seus assessores logo a cercaram para evitar o acidente.

Alckmin também se atrapalhou logo na entrada. Ele chegou sorridente de mãos dadas com a mulher, Lu Alckmin, não menos sorridente. Mas assim que a entrevista coletiva acabou, ele disparou na frente largando a mão da mulher, que precisou correr para poder alcançá-lo.

Já a vereadora Soninha chegou ao debate montada em sua bicicleta. Todos torceram o nariz para os modelo que vestia: uma calça jeans puída, tênis All Star sujo e um blusa de lã vermelha. Ela correu para o camarim e entrou para o debate vestindo uma camisa social branca contrastando com outra blusa, por baixo, preta.

Platéia

Na platéia, também não faltaram saias-justas. Os colegas de Senado Romeu Tuma (PTB-SP) e Aloizio Mercadante (PT-SP) chegaram ao auditório um pouco tarde e acabaram sentando lado a lado. Além dos cumprimentos protocolares, eles não trocaram uma palavra durante o debate.

Já Marta estava sendo observada por todos os lados. O ex-marido, senador Eduardo Suplicy (PT), contrastava com o atual marido da ex-prefeita, o franco-argentino Luiz Favre. Enquanto Suplicy assistia ao debate sentado no chão, Favre --vestindo um elegante terno preto-- permaneceu sentado de pernas cruzadas cochichando ao ouvido do vereador José Américo, presidente municipal do PT.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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