Ministros do STF sinalizam que devem barrar proposta de punição a torturadores
RENATA GIRALDI
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) sinalizaram nesta sexta-feira que a proposta de impor punições a torturadores do período militar, em discussão na Comissão de Anistia, pode não ter apoio da Suprema Corte.
O ministro Celso de Mello, do STF, afirmou que a Corte Interamericana de Direitos Humanos já tratou do assunto e que a compreensão jurídica brasileira é a de que tratados internacionais (de direitos humanos) estão acima da legislação comum --embora tenha evitado comentar o mérito da proposta.
"Os tratados internacionais de direitos humanos gozam de estatura jurídica especial que os coloca acima da legislação comum interna, e isso é importante. Mas de qualquer maneira não posso me manifestar sobre a constitucionalidade ou não de uma futura lei que reveja os benefícios da Lei de Anistia. Certamente [isso] ensejará amplo debate", afirmou Mello.
Assim como Mello, outros ministros da Corte avaliam nos bastidores que a proposta não deve ter o apoio da maioria de seus integrantes --mas preferem não revelar a posição publicamente porque poderia impedi-los de julgar futuros processos que chegarem ao STF.
A discussão sobre eventuais punições a torturadores veio à tona ontem depois que os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vanucchi (Direitos Humanos) defenderam as sanções sob a interpretação que os torturadores teriam praticado crimes comuns no período da ditadura militar --como estupros, homicídios e outros tipos de violência física e psicológica, incluindo a própria tortura.
O debate acirrou ainda outra polêmica: colocar os defensores da proposta e os militares em lados opostos. Para os militares, a defesa da punição coloca as Forças Armadas em situação delicada. Mas Tarso e Vanucchi tentaram desfazer o mal-entendido apelando para que as situações fossem individualizadas e não tomadas em forma de uma instituição --no caso as Forças Armadas.
O presidente da Comissão de Anistia, ligada ao Ministério da Justiça, Paulo Abrão, afirmou ontem que a última palavra sobre eventuais processos que peçam punições aos torturadores será do Poder Judiciário. A Folha Online apurou que o governo não pretende interferir diretamente nessas discussões, mas apenas estimular o debate sobre o tema.
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Especial


HAHAHAHAHAHA.....
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Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
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Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
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