Estimativa feita por ONGs indica 76 áreas ameaçadas de desmatamento em MT
RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Campo Grande
Estimativa produzida pelas ONGs ICV e Imazon, a partir de dados do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamentos), indica que 76 áreas de floresta de Mato Grosso estarão seriamente ameaçadas pelo desmatamento até agosto de 2009.
O mapa de "risco futuro", entregue em julho ao governo Blairo Maggi (PR), aponta um total de 10 milhões de hectares que estariam, segundo o levantamento, prestes a sofrer a ação de novas derrubadas.
Segundo as ONGs, a metodologia de previsão foi testada e validada em três períodos anteriores (2005-06, 2006-07 e 2007-08). Entre agosto de 2007 e julho de 2008, por exemplo, 51% do total de desmates ocorreu em áreas identificadas no mapa como sendo de risco alto e muito alto.
"Como essas áreas representavam cerca de 20% do total, uma ação efetiva do Estado focada nessas áreas poderia ter evitado uma boa parte desse desmatamento", diz o ambientalista Sérgio Guimarães, coordenador do ICV.
A estimativa leva em conta a taxa de desmatamento nos últimos quatro anos com um peso maior para os anos mais recentes e a área de remanescentes florestais existentes na data da previsão.
As variáveis de risco --baixo, médio, alto e muito alto-- são calculadas sobre células de cinco por cinco quilômetros (25 quilômetros quadrados) da área de floresta original do Estado, sem contar as unidades de conservação e terras indígenas.
Teste
O secretário-adjunto de Qualidade Ambiental da Sema (Secretaria Estadual do Meio Ambiente), Salatiel Araújo, disse que o mapa é um instrumento "mais preciso" que o métodos anteriores --que se valiam de estatísticas municipais.
Segundo ele, a eficácia do mapa será colocada neste ano à prova, com uma campanha de notificação dos proprietários de terras nas áreas consideradas de alto risco.
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Especial



Assim, não se vai a lugar,algum.
Enquanto o Governo,tratar o assunto, de forma "política, para o Inglês, ver",não passaremos do desmatamento desordenado, e exploração dos recursos,concentração de rendas, etc...,ficará por aí.
A Amazônia e seu processo de desmatamento,requer, a meu ver, a constituição de uma COMISSÃO de notáveis, nas areas de infraestrutura,energia,agricultura,recursos naturais,engenharia de obras,e desenvolvimento sustentável,urbanismo e implantação de cidades e PESSOAS.
Estes, selecionados , reunidos e remunerados, para tal, elaborariam um PROJETO COMPLETO, incluindo o Gerenciamento do mesmo - um plano Marshall Tupiniquim - para Desenvolvimento, da região de abrangência, integrado, a fim de ocupação racional, autosustentável e harmonico.
" FOCO e Desenvolvimento TOTAL "
Teriamos aí, sim o maior PAC , do MUNDO , por 20 anos, futuros.
Até que poderia ocorrer,por osmose, o envolvimento
dos países vizinhos, que margeiam o rio Amazonas.
Dinheiro, pelo visto, não FALTA.Basta organizar e mandar " BALA ".
Aposto neste MEGA PROJETO, como Vitorioso.
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Existem diversas areas desmatadas que agora estão com pastagem degradada.
Grande parte dos ruralistas querem mesmo é vender madeira e lucrar muito. Depois vendem a terra aos pequenos produtores rurais (isto aconteceu e acontece em todo o Brasil).
Outra coisa, se o solo da amazonia não mudou, quando desmatarem aquilo-lá, vai tudo virar deserto.
O solo dos EUA e EUROPA é diferente daqui, possui quantidade de argila diferente e capacidade de armazenamento de água diferente, não dá para comparar.
Decisão técnica e não política.
Muitas ONGs são honestas mais que os políticos de plantão.
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