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Brasil
04/08/2008 - 20h53

Chico Alencar vai ao TSE entregar "pacto contra voto de cabresto" no Rio

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ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio

O candidato do PSOL à Prefeitura do Rio de Janeiro, Chico Alencar, disse que ainda espera receber respostas positivas dos adversários ao "Pacto Contra o Voto de Cabresto" que ele entrega amanhã no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O documento, proposto há uma semana, foi endossado apenas por Fernando Gabeira (PV) e Eduardo Serra (PCB). O texto sela um compromisso das coligações e partidos para barrar candidaturas "que, comprovadamente, adotarem os expedientes espúrios da aliança com a truculência e do crime de captação do sufrágio".

Segundo o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral), há, no Rio, pelo menos sete áreas onde os poderes paralelos apóiam determinadas candidatura e criam obstáculos para as outras "indesejadas". O TRE cita Rocinha e Vidigal, na zona sul, e Vila Cruzeiro, na Penha, como áreas controladas pelo tráfico e Rio das Pedras e comunidades de Jacarepaguá, Santa Cruz e Carobinha, em Campo Grande, como regiões politicamente dominadas por milícias.

Alencar diz não entender porque apenas dois adversários assinaram o pacto. "É estranho. Ali tem algumas obviedades, fala daquilo que prejudica o voto livre, seja o tráfico, as milícia, o uso da máquina, os centros sociais... Embora o documento tenha chegado para todas as candidaturas só essas se manifestaram", afirma.

Os adversários Eduardo Paes (PMDB), Jandira Feghali (PCdoB) e Alessandro Molon (PT) desmentem Alencar e garantem não ter recebido a proposta. Destes, apenas Jandira sinalizou que não daria aval ao pedido. "Barrar candidato com ficha suja é obrigação, não é pacto. O Chico está atrasado, nós já fizemos isso", ironiza.

Marcelo Crivella (PRB) e Solange Amaral (DEM) não responderam as ligações feitas pela reportagem da Folha Online.

Para Gabeira, que não descarta acompanhar Alencar no encontro com o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, os candidatos podem ter hesitado em encampar a iniciativa de outro candidato. "Para mim não importa. Se é correta, eu assino". Alencar reforça o apelo: "Vou providenciar uma nova cópia aos candidato. Ainda há tempo".

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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