Minc diz que Fundo Amazônia terá US$ 900 milhões em um ano
DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba
O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) disse ontem em Curitiba que o Fundo Amazônia terá US$ 900 milhões em um ano. Parte dos recursos que formarão o fundo serão doados por outros países.
O primeiro a se comprometer em ajudar foi a Noruega, que anunciou repasse de US$ 100 milhões, segundo Minc. Até 2021, a meta é que fundo chegue a US$ 21 bilhões.
Lançado na última sexta-feira, o fundo tem a finalidade de financiar atividades que explorem de maneira sustentável os recursos da floresta. A verba também será usada para custear projetos de energia limpa e de educação ambiental às populações amazônicas.
"O fundo tem condições de contribuir com a luta contra o aquecimento global e evitar que moradores não busquem viver mais da derrubada e da venda ilegal da madeira", afirmou Minc, em Curitiba.
O fundo terá as decisões de execução centralizadas no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Minc disse que, apesar da participação financeira de outras nações, a gestão do fundo não irá sofrer influências externas. "Será um fundo soberano, sem ingerência de outros países e executado pelo BNDES", afirmou ele.
De acordo com o ministro, assim como a Noruega, os Estados Unidos também manifestaram interesse em ajudar a compor o novo fundo. Mas o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford Sobel, que também esteve em Curitiba, disse que primeiro é preciso conhecer o projeto.
Ele informou que Henrietta Fore, administradora-chefe do USAID (agência do governo norte-americano para o desenvolvimento internacional), irá se reunir nesta semana com Minc para obter detalhes sobre o fundo. "Ainda estamos no começo de uma conversa. Vamos primeiro aprender mais sobre o programa", disse Sobel.
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Ao invés de estarmos agora em 2009 discutindo possíveis candidatos e candidatas que disputarão a Presidência da República somente no último semestre de 2009 deveríamos sim aprofundar o debate na questáo da Segurança Nacional.Em primeiro lugar esperava-se que tal discussão. tão relevante para o presente e futuro do nosso país.nascesse no Poder Executivo e permeasse os integrantes dos demais poderes em especial o poder legislativo Federal e dai se alastrasse permeando as forças vivas da Nação como Imprensa,Rádio e demais veículos de comunicação.A hora é agora e o momento é somente nosso. É triste vermos que tal iniciativa já ocorre lá fora:como fez o NEW YORK TIMES que pergunta em uma reportagém: de quem seria a amazônia?ACORDA BRASIL...vamos fazer antes a lição de casa enquanto há tempo...
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