Maia desqualifica denúncia contra Nadinho e questiona critérios da "ficha suja"
ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, do Rio
O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia (DEM), desqualificou nesta terça-feira a principal prova do Ministério Público na denúncia, por homicídio qualificado, contra o vereador Josinaldo Francisco da Cruz, o Nadinho de Rio das Pedras, também filiado ao DEM. A acusação do Ministério Público levou à impugnação da candidatura de Nadinho a um novo mandato na Câmara Municipal.
Em entrevista por e-mail à Folha Online, o prefeito comentou a denúncia contra Nadinho, que é acusado de ordenar o assassinato do inspetor da Polícia Civil Félix dos Santos Tostes.
O ponto principal da acusação são as supostas 12 ligações para Nadinho, no dia do assassinato, feitas por André Luiz da Silva Malvar e Raphael Moreira Dias, suspeitos de serem os executores do inspetor. Félix seria integrante da milícia de Rio das Pedras e estaria ameaçando a influência política de Nadinho com a decisão de se candidatar a vereador. O crime ocorreu em fevereiro de 2007.
Maia cita à resposta dada pela Secretaria de Segurança Pública do Rio a um pedido de informações do DEM. "O secretário de segurança [José Mariano Beltrame] chega a dizer que não tem memória do noticiário da imprensa e anexa o que há contra ele, que tem um ponto central apenas: a troca de telefonemas [sem grampo] com o provável assassino. Ele [Nadinho] alega que se fosse mandante de qualquer coisa nunca usaria seu próprio telefone para falar com o pistoleiro", diz Maia.
O TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) atendeu o pedido do Ministério Público e indeferiu ontem o registro da candidatura de Nadinho de Rio das Pedras (DEM). Mesmo sem conedenação da Justiça contra Nadinho, a juíza da 228ª Zona Eleitoral, Ana Lúcia Vieira do Carmo, alegou a necessidade de proteger a "probidade administrativa" e a "moralidade" para o exercício do mandato.
A Comissão de Ética do DEM ainda não tomou decisão sobre a situação de Nadinho. Maia diz que o partido não vai recorrer da decisão, porque isto cabe ao candidato, pessoalmente.
A assessoria de Nadinho informa que ele ainda não foi notificado da decisão do Tribunal Regional Eleitoral. Ele está reunido com os advogados e tem três dias para recorrer da sentença ao Plenário do TRE-RJ.
"Ficha suja" em Pompéia
Maia faz ressalvas à falta de "critérios definidos" para barrar candidatos com "ficha suja": "Dever-se-ia definir o estágio para que isso ocorra. Qualquer um pode acusar qualquer um de qualquer coisa e o processo tramitar na Justiça. O Ministério Público pode, por dever de ofício, na dúvida deve acionar os governos para que esses esclareçam. Ou não. O próprio TSE poderia dizer em que estágio de um processo a ficha está 'suja'", ressalta.
"Com critérios definidos que definam um estágio determinado para os processos, sou totalmente a favor. Em Pompéia, que aliás foi soterrada num ano de eleição e com isso preservada toda a campanha, havia um conselho de magistrados eleitos que definia quem tinha ficha suja e não podia se candidatar", finaliza.
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Especial


Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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