Brasil
05/08/2008 - 13h42

Alckmin anda de metrô e não descarta pedágio urbano para resolver trânsito em SP

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

O candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, cumpriu nesta terça-feira um dos ritos obrigatórios na maioria das campanhas ao usar o metrô para ir a um de seus compromissos. Na oportunidade, aproveitou para falar sobre o problema do trânsito na cidade e não descartou implantar pedágio urbano como uma das alternativas futuras.

"Você já tem várias cidades no mundo que já têm pedágio urbano, mas elas investiram primeiro em transporte coletivo", afirmou o candidato, reforçando que sua prioridade --caso eleito-- será investir em metrô e melhorar os corredores de ônibus da cidade.

Ele, no entanto, afirma que o pedágio urbano pode ser uma das soluções a longo prazo para desafogar o trânsito na capital paulista. "Nenhuma hipótese está descartada, mas há muita coisa a se fazer", disse Alckmin.

O ex-governador aprovou o meio de transporte escolhido para ir a uma entrevista na rádio "CBN" nesta manhã. Alckmin considerou o metrô "rápido", mas ressaltou o fato de não ter conseguido sentar pois todos os lugares estavam ocupados. "O metrô funciona bem, o problema é a saturação. O trem pode funcionar melhor, ter mais conforto, diminuir os horários, é um investimento permanente".

Acompanhado por sua filha, Sophia Alckmin, o candidato chegou de carro por volta das 10h10 na estação Ana Rosa, na Linha 1 (Azul), no bairro da Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Pagou sua passagem usando um bilhete único e embarcou sentido estação da Sé, onde fez baldeação, embarcando na Linha 3 (Vermelha) sentido estação Santa Cecília. O percurso completo durou cerca de 20 minutos.

Na entrevista à rádio afirmou que em dois anos conseguirá fazer o percurso de sua casa, no bairro do Morumbi (zona oeste de São Paulo) até a sede da rádio (região central) todo de metrô, sem precisar do carro.

Segundo Sophia, esta foi apenas a terceira vez que utilizou o meio transporte. Disse que costuma usar metrô com mais freqüência quando vai ao exterior.

Irregularidades

Alckmin também disse não ver problemas na nova tentativa da bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo de investigar possíveis irregularidades em contratos firmados durante o seu governo no Estado. "Eu não vejo nenhum problema, nenhum, nenhum, nenhum. Isso é assunto da Assembléia Legislativa de São Paulo", afirmou o tucano.

A bancada do PT pretende apresentar nesta terça-feira um levantamento sobre negócios do Estado com a alemã Siemens. Os deputados suspeitam de favorecimento à empresa por conta de pagamento de propinas a funcionários do Estado. "Se houver um fato [deve ser investigado]. O que não pode haver é politicagem", afirmou o candidato.

Recentemente, o ex-governador viu naufragar a tentativa dos petistas de investigar, por meio de uma CPI, contratos de empresas do Estado com a multinacional francesa Alstom.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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