Brasil
05/08/2008 - 17h58

Em busca de unidade, Alckmin marca almoço com bancada rachada de deputados do PSDB

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

Em mais uma tentativa de demonstrar que o PSDB está unido em torno de seu nome, o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, ex-governador Geraldo Alckmin, se reunirá nesta quarta-feira com a bancada do partido na Alesp (Assembléia Legislativa de São Paulo). O tucano pretende pedir apoio explícito aos deputados estaduais e vender a impressão de que a legenda não está rachada. Mas até na Alesp os parlamentares tucanos são divididos entre os partidários de Alckmin e do governador do Estado, José Serra (PSDB).

O almoço, marcado para as 13h em Moema, zona sul da cidade, deve reunir parte dos tucanos da bancada, que é dividida entre serristas e alckministas. Essa divisão é constantemente explorada pela oposição na Casa quando ela precisa votar algum projeto de seu interesse.

Apesar de os deputados serristas não terem entrado na disputa municipal, muitos deles eram favoráveis à reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e contrários à candidatura do ex-governador. Mas como até os vereadores tucano-kassabistas já estão embarcando na campanha do tucano, alguns deputados decidiram fazer o mesmo. "A bancada está toda unida pela candidatura de Alckmin", afirmou Samuel Moreira, serrista e líder do PSDB na Alesp.

Dos 23 parlamentares do partido na Alesp, cinco são ligados ao atual governador: Barro Munhoz, Samuel Moreira, Marcos Zerbini, Roberto Massafera e José Augusto. Já Alckmim conta com apoio de outros seis: Bruno Covas, Célia Leão, Celino Cardoso, João Caramez, Paulo Alexandre Barbosa e Pedro Tobias. O restante está em cima do muro.

O encontro, costurado há cerca de duas semanas, já está com o scritp pronto. Será dito que o PSDB está novamente unido e que os serristas presentes são uma demonstração de que o governador apoia as pretensões eleitorais de Alckmin.

Na verdade, Serra quer distância da disputa municipal. Como ele defendeu nos bastidores a reeleição de Kassab antes da convenção do PSDB, sua posição agora é de neutralidade, apesar do apoio formal a Alckmin. Ele não sobe no palanque de nenhum dos candidatos e evita participar de evento públicos em que os dois estejam presentes, como no debate da Band e na missa em homenagem a dom Cláudio Hummes realizada na Catedral da Sé.

Comentários dos leitores
Said Abou Ghaouche Netto (21) 06/07/2009 15h32
Said Abou Ghaouche Netto (21) 06/07/2009 15h32
O prefeito mauricinho de Curitiba diz que Requião quer prejudicá-lo numa eventual disputa ao governo em 2010. Eventual uma ova! O demo-cano já se declara candidato, entre linhas. E a Folha o protege, remetendo os comentários dos leitores ao painel Eleições 2008 ao invés de eleições 2010. Além de se antecipar ao prazo da lei, o demo-cano ainda se passa por coitadinho, vítima do Requião. Pobre povinho paranaense, e paulista também, afinal, ano que vem completa 16 anos de reinado demo-cano em São Paulo. Assim o eleitor vai comparar a gestão deles com a de quem? Com a da Yeda Crucius ou do outro mauricinho, o Cássio Cunha Lima? sem opinião
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Jacir Deggerone (8) 05/07/2009 19h41
Jacir Deggerone (8) 05/07/2009 19h41
Caixa dois ....hein!!!!??? Fora prefeito corrupto !!!!! 3 opiniões
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Yvonne Ferreira (464) 05/07/2009 18h16
Yvonne Ferreira (464) 05/07/2009 18h16
Gente! Os ingleses/mafia italiana propietaria dos mares, estão exportando o lixo, aquele dos hospitais, banheiros quimicos, para o nosso querido/lixo Brasil!!!
Quem é o importador?!...
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