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Brasil
06/08/2008 - 17h05

Para "alavancar" campanha, Alckmin estabelece tarefas para deputados tucanos

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) almoçou nesta quarta-feira com deputados da bancada tucana na Alesp (Assembléia Legislativa de São Paulo) para definir de que forma os parlamentares podem ajudar a "alavancar" sua campanha à Prefeitura de São Paulo. Dos 21 deputados estaduais do partido, 18 compareceram ao encontro, realizado em um restaurante na zona sul da cidade.

Segundo o líder da bancada tucana na Assembléia, deputado Samuel Moreira (PSDB), o objetivo do encontro não foi declarar apoio, uma vez que os deputados já estariam ao lado de Alckmin desde o início. "O que discutimos aqui foi uma estratégia de trabalho para darmos uma alavancada", disse.

Após o almoço, o presidente da Alesp, deputado José Carlos Vaz de Lima (PSDB), afirmou que os parlamentares devem começar a participar mais ativamente da campanha tucana, conciliando as funções na Assembléia com a militância política. "A idéia é juntar toda essa força e colocar à disposição da campanha."

Unidade

Apesar do discurso de união do partido, a candidatura Alckmin não é unanimidade na esfera municipal do PSDB. Vereadores tucanos e membros do partido com cargos na administração municipal se vêem divididos entre fazer campanha por Alckmin ou pela reeleição do atual prefeito, Gilberto Kassab (DEM).

Com a ajuda dos deputados, Alckmin espera atingir setores na cidade que dependeriam de uma intermediação dos vereadores. "A participação [dos deputados] se dá territorialmente. Têm deputados com importantes influências distritais", afirmou o candidato.

Entre as "influências" que Alckmin espera contar, o candidato citou o deputado Celino Cardozo (PSDB), que tem como base eleitoral a zona norte da capital paulista, além do deputado Rodolfo Costa e Silva, com atuação importante na área de saneamento.

Com relação as ausências, Alckmin creditou a compromissos de campanhas dos deputados em seus domicílios eleitorais, como o deputado Orlando Morando (PSDB), candidato a prefeito em São Bernardo do Campo, José Augusto (PSDB), em Diadema, e Analice Fernandes (PSDB), que faz campanha pelo marido em Taboão da Serra.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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