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Brasil
07/08/2008 - 13h31

Empresários colocam Alckmin em "saia-justa" ao falar de Marta e Kassab

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Acostumado a evitar críticas diretas a seus adversários, o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, precisou medir as palavras ao responder perguntas sobre Gilberto Kassab (DEM) e Marta Suplicy (PT) em evento com empresários na manhã desta quinta-feira.

Na primeira delas, foi instado a comentar medidas polêmicas de Kassab na prefeitura, como a Lei Cidade Limpa e o pacote de restrições ao trânsito de caminhões na cidade. As perguntas vieram acompanhadas de críticas a ambas as leis, que desagradaram empresários e lideranças da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings), organizadores do encontro.

Ciente de que, apesar de desagradar empresários, a lei que restringiu a publicidade visual em fachadas e prédios foi bem vista pela população, Alckmin afirmou que vai manter a medida caso seja eleito, mas não descartou flexibilizá-la. "Acho importante diminuir a poluição em todos os níveis, mas vale rever os critérios. Acho que podemos chegar em um acordo", afirmou o candidato.

Já em relação às restrições ao transporte de carga e descarga, o tucano afirmou que ainda é cedo para avaliar, preferindo não criticá-las, mas ressaltou que também pretende "rever" as medidas. "É preciso conversar com o setor."

"Problema em casa"

Chamando o candidato pelo primeiro nome, o presidente do Habib's, Antônio Alberto Saraiva, também colocou Alckmin em situação delicada. "Geraldo, quero sua ajuda para resolver um problema lá em casa", disse Saraiva ao iniciar sua pergunta.

O empresário contou que sua cozinheira --chamada por ele de "Dona Cida"-- votaria em Marta porque, segundo ela, o "PT é o pai dos pobres". Saraiva pediu que Alckmin lhe dissesse o que falar a sua cozinheira para convencê-la a não votar na ex-prefeita.

Demonstrando certo constrangimento, Alckmin saiu pela tangente e, mais uma vez, evitou falar mal da adversária. "Eleição é convencimento.É preciso mostrar a ela [Dona Cida] quem tem as melhores propostas para a cidade", respondeu o tucano.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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