Chinaglia diz que PEC sobre medidas provisórias será votada na próxima semana
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
Em meio ao esperado esvaziamento da Câmara nas próximas semanas em conseqüência das eleições municipais, o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse nesta quinta-feira estar disposto a colocar em votação na próxima semana a PEC (proposta de emenda constitucional) que regulamenta a tramitação das medidas provisórias no Legislativo.
Chinaglia acredita na votação depois que os parlamentares superaram, esta semana, o impasse em torno da medida provisória que autoriza a renegociação de dívidas agrícolas.
"As dificuldades maiores foram contornadas. A semana foi além das expectativas", disse Chinaglia ao comentar a aprovação da MP pelo plenário. Apesar da disposição em votar a PEC das medidas provisórias, o presidente da Câmara ainda precisa discutir com os líderes partidários a viabilidade de análise da matéria.
Chinaglia também ainda não decidiu com os líderes o cronograma de trabalhos da Casa até outubro. No Senado, os parlamentares decidiram manter as votações durante o mês de agosto e metade de setembro. Os senadores vão realizar sessões deliberativas (com votações) por seis semanas, estabelecendo recesso branco apenas nos últimos 15 dias de setembro --que antecedem as eleições municipais de 5 de outubro.
Na Câmara, o impasse permanece sobre o ritmo de votações no período pré-eleitoral. Como o número de deputados-candidatos é maior que o de senadores, os líderes partidários temem o esvaziamento da Casa até outubro.
A idéia de parte dos líderes é colocar em votações apenas matérias consensuais, que exijam baixo quórum, mas Chinaglia não se mostrou disposto em reduzir o ritmo de votações.
"Nunca foi proposto recesso branco. O tema continua em discussão. Vamos definir a pauta de votações para depois definir o ritmo de trabalhos", disse o presidente da Câmara.
Mudanças
Atualmente, as medidas provisórias editadas pelo governo, sem participação do Legislativo, valem por 60 dias e podem ser prorrogadas pelo mesmo período. Se o Congresso não aprovar uma MP no prazo de 120 dias, a medida perde sua eficácia. Porém, se uma MP não for votada em 45 dias, ela passa a trancar a pauta de votações da Casa Legislativa onde está --o que reduz o ritmo de trabalhos do Legislativo.
As mudanças estabelecem que a MP deixará de trancar a pauta de votações da Câmara, mas mantém em 120 dias o prazo de validade das medidas --que entram em vigor no momento da sua edição pelo Executivo.
A PEC também submete a admissibilidade das medidas às comissões de Constituição e Justiça da Câmara e do Senado, além de exigir que as MPs tenham homogeneidade em seu conteúdo. Outra modificação prevê a restrição da apresentação de MPs pelo governo sobre matérias orçamentárias.
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Especial


Eles fazem leis que serão aprovadas e colocadas em execução, o outro é o executor dessas leis e tambem tem o poder de legislar.
E começa a grande fanfarra das leis:
De incentivo ao esporte amador, de incentivo as ONGs, de incentivo a cultura, de incentivo a muita coisa que pode levar o dinheiro do povo brasileiro.
Nesse ponto entram as Estatais que estão sempre financiando uns e outros desses incentivos e desses esportes tidos como amadores com salarios mensais maiores muito maiores que o salario minimo.
O que nossos politicos fazem, são projetos para beneficiar todo um sistema corporativista que interage entre si.
E a Nação o povo coitado, fica na berlinda, fica de lado e exposto a todo o tipo de sorte que possa conseguir para sobreviver nessa onde de violência.
E o dinheiro vai saindo fazendo um mensalão aqui, outro mensalão ali, e muitos mensalões vão sendo construidos se transformando na maior industria do mundo com o produto sendo a corrupção.
Realmente tudo isso é vergonhoso e o pior é que ninguem faz nada para evitar tanta violencia contra a Nação brasileira.
E vem eleições, sai as eleições e o povo burro, comprado, manipulado, massa de manobra, vota sempre sa mesma cambada de safados, e eternamente essa vergonha toda se institucionaliza nos fazendo de refens dessa covarde atitude de um poder politico.
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Ou essa política radical ambientalista é para evitar a concorrência internacional no agronegócio? Enquanto eles aumentam suas áreas, mandam ONGs para doutrinar os brasileiros a não produzirem e eles permanecerem hegemônicos e mais ricos.
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