Tarso diz que nunca defendeu a revisão da Lei da Anistia
ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio
O ministro Tarso Genro (Justiça) voltou a minimizar, nesta quinta-feira, as manifestações dos militares contrários à discussão sobre a Lei da Anistia. O ministro, que participou da 10ª Conferência Estadual dos Advogados realizada no Rio, disse não acreditar que as manifestações sejam uma reação a uma declaração sua.
"É uma manifestação respeitável. As pessoas podem manifestar sua opinião. Não considero uma resposta a uma declaração que eu tenha feito", disse. A declaração é uma resposta às críticas feitas hoje pelo presidente do Clube Militar, general da reserva Gilberto Figueiredo, que classificou de "desserviço" ao país a discussão iniciada pelo ministro sobre a revisão da Lei da Anistia.
| Eduardo Knapp/Folha Imagem |
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| Tarso Genro elogiou hoje a decisão do STF de proibir o uso abusivo de algemas |
Em encontro realizado hoje no Clube Militar do Rio para discutir a Lei de Anistia, os militares leram um manifesto contra a iniciativa de Tarso de promover a revisão da legislação sobre o tema. Paralelamente ao encontro, integrantes do grupo "Tortura Nunca Mais" e da UNE (União Nacional dos Estudantes) protestavam do lado de fora.
A discussão sobre a revisão da Lei da Anistia veio à tona depois que Tarso e o ministro Paulo Vanucchi (Direitos Humanos) defenderam punições a torturadores sob a interpretação que estes teriam praticado crimes comuns no período da ditadura militar --como estupros, homicídios e outros tipos de violência física e psicológica, incluindo a própria tortura.
Hoje, no entanto, Tarso negou que tenha proposto a revisão da lei e afirmou que "tortura não é crime político". "Nem eu, nem o Paulo Vanucchi falamos em revisão da lei da anistia. Ela tem plena vigência, plena eficácia. Nós sustentamos que tortura não é crime político. Fico feliz que os militares não tenham dito que tortura é crime político", afirmou.
Mais cedo, em São Paulo, o ministro já havia minimizado as declarações do general, e disse que as críticas do militar não significam "nada de anormal".
Algemas
Tarso também elogiou a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que decidiu proibir o uso abusivo de algemas. Para o ministro, a decisão reforça a "autonomia" dos policiais.
"Boa decisão do Supremo. Todo enfoque que a gente defendia está reforçado por esta decisão. O agente público vai verificar no período da custódia e vai efetuar, ou não, o uso das algemas, independentemente da condição social do custodiado. A decisão acrescenta à postura do policial a cautela que ele tem que ter. É um ganho que reforça a autonomia do agente", disse.
Por unanimidade, os ministros concluíram que as algemas devem ser utilizadas apenas em casos excepcionais ou quando há ameaça ao acusado, ao policial ou outras pessoas. A decisão envolveu uma ação específica, mas poderá servir como recomendação para outras situações semelhantes.
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HAHAHAHAHAHA.....
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Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
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Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
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