Ivan Valente critica financiamento privado de campanha e PT
DEH OLIVEIRA
colaboração para a Folha Online
O candidato Ivan Valente (PSOL) disse hoje que é favorável à fixação de um teto de gasto em campanha. Ele também defendeu o fim do financiamento privado em entrevista nesta sexta-feira ao UOL (veja vídeo com íntegra da entrevista).
"A raiz da corrupção está no financiamento privado [de campanha]. À medida que eles financiam, eles vão cobrar a fatura", afirmou.
Segundo Valente, o atual sistema de financiamento inviabiliza a atuação da militância engajada e beneficia apenas o poder econômico.
O candidato afirmou que em sua campanha, orçada em R$ 500 mil, não recebeu qualquer verba de empresários e criticou o valor estimado de algumas campanhas, que chegam a R$ 25 milhões.
Na entrevista, Valente criticou ainda seu antigo partido, o PT, de onde saiu para fundar o PSOL. Ele afirmou que a legenda "se esgotou enquanto processo de mudança social e desandou em termos de ética também".
O candidato foi questionado também sobre a questão das Farc e o apoio ao asilo político no Brasil de alguns de seus integrantes. De acordo com Valente, não se deve confundir solidariedade humanitária com apoio politico.
"Foi um movimento muito legitimo, mas se desviaram de seus objetivos. Deveriam buscar outro caminho, se transformar em um partido politico", disse Valente.
Propostas
Quanto as suas propostas para a cidade de São Paulo, caso eleito, Ivan Valente disse que pretende investir em educação e defendeu o subsídio ao transporte público.
Segundo o candidato, tudo é uma questão de "escolha política". Valente afirmou que, se tivesse de escolher entre fazer uma grande obra, citando a ponte estaiada, e construir mais creches e escolas, escolheria a segunda opção.
Na área de educação, ao responder à pergunta de um internauta, o candidato disse que é preciso reduzir o numero de alunos por sala de aula e melhorar as condições de trabalho e de aperfeiçoamento profissional dos professores.
Quanto ao transporte, Valente criticou o preço das tarifas e disse que pretende criar uma empresa municipal de ônibus. "Um terço da população anda a pé, e é porque não pode pagar", disse o candidato, que tem como proposta de governo implementar tarifa zero.
Em relação ao problema de trânsito que a capital paulista enfrenta, ele disse que o problema é complexo e é preciso estudar uma série de medidas. "Quem disser que vai resolver o problema de trânsito com medidas paliativas aqui e ali não está falando a verdade."
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Especial


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Em São Paulo não é diferente, tanto que para lá estáo se dirigindo ministros que são do Rio Grande do Sul e que nada tem a ver com a municipalidade paulistana.
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Decididamente esta seita facção pt, não tem verve e nem vergonha, pois Miss Marta para tentar reverter seu sepultamento, e tenta desesperadamente fazer o povo paulista crer que ela e o jazz Mario Covas eram coleginhas, isso é aberração é cinismo e falta de brio e muito apego ao Púdder., tão somente para se apossar e subverter.
E se já não bastasse os sórdidos da seita-facção choramingar a perda da maior cidade da A.L., ainda vem alguns meliantes aqui no site tentar transloucadamente inverter os fatos -"((Não é mesmo caro colega Carlos A Marins da Silva??)
HAJA ABERRAÇÃO, PT AGONIZA MAS NÃO MORRE!!
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