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Brasil
08/08/2008 - 21h54

Envelope com pó branco enviado a Gilmar Mendes é lactose, diz PF

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da Folha Online

Em nota divulgada nesta sexta-feira, a Polícia Federal informa que o envelope com pó branco enviado ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, é lactose --açúcar do leite--, segundo análise feita por peritos criminais federais.

"Não foi detectada a presença de microorganismos, de substâncias tóxicas, proscritas ou controladas, nem compostos radioativos ou explosivos. A Polícia Federal iniciou investigação, com prioridade máxima, no sentido de identificar o responsável pelo envio da correspondência", diz a nota da PF.

Além do envelope, o Supremo recebeu ontem um aviso da presença de um suposto explosivo no prédio. Preocupada com os servidores, a segurança do STF determinou o esvaziamento do terceiro andar do prédio, onde fica localizado o gabinete de Mendes.

No momento da ameaça de bomba, os ministros da Corte participavam de um julgamento no plenário do prédio principal do tribunal.

A segurança realizou vistoria no terceiro andar, mas não encontrou vestígios de explosivos. Depois da análise, foi autorizado o retorno das atividades no andar que havia sido desativado parcialmente.

A ameaça ocorreu no momento em que os ministros julgavam o uso abusivo de algemas. O debate sobre o exagero na utilização do instrumento ganhou mais elementos com as prisões ocorridas durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.

"Atemorização"

Hoje, Gilmar Mendes disse em São Luís (MA) que o envelope pode ter sido uma "tentativa de atemorização".

"Talvez possa ser apenas uma tentativa de atemorização. Toda vez que temos alguma decisão polêmica no tribunal, temos esse fenômeno de ameaça de bombas, de tentativas de amedrontamento da Corte", disse o ministro, segundo a assessoria do TJ (Tribunal de Justiça) do Maranhão.

Na última quarta-feira, o STF manteve a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que liberou a candidatura de políticos que respondam a processos criminais ou civis que não tenham sido condenados até a última instância.

Com Agência Folha

Comentários dos leitores
Infelismente no nosso país mesmo quando o povo quer mudar alguma coisa, é muito difícil,pois, os políticos é quem fazem as leis e eles mesmos as alteram como bem entendem passando por cima da ética e principalmente da democracia. O presidente Michel Temer deveria dar exemplo e defender a opinião do povo, pois é para isso que eles são colocados lá para defender e aprovar o que o povo pede com justiça. Se ele já quer mudar o projeto de lei, querendo defender o seu, procure ao povo se eles o aprovam!! Vamos lutar por uma política sadia que poderá mudar de verdade o futuro de nosso país, governar com o povo e para o povo, e não com suas próprias opiniões!! sem opinião
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Antonio Fouto Dias (2459) 30/09/2009 01h27
Antonio Fouto Dias (2459) 30/09/2009 01h27
Ainda sobre esse projeto de lei popular objetivando limpar do meio político os "fichas-sujas", creio que a imprensa deveria fazer uma cobertura publicando cada etapa do andamento do mesmo, assim como o nome de cada deputado ou senador que apresentem emendas ou se pronunciem contra. sem opinião
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Antonio Fouto Dias (2459) 30/09/2009 01h22
Antonio Fouto Dias (2459) 30/09/2009 01h22
Um milhão e trezentas mil assinaturas(1.300.000) foram colhidas para a apresentação de projeto de lei que cerceia aquele que possui ficha suja em participar como candidato em eleições.
Vejam bem, esse número representa muitas vezes mais de pessoas que comungam com o projeto e que não puderam assinar para maior representatividade; mesmo assim, não há respeito nenhum dos legisladores para com o clamor popular, pois alguns ou muitos já se manifestaram de que irão apresentar emendas, alterando a redação para que o ficha-suja possa participar como candidato, incrível isso, não?
Se a vontade popular é a de que não possa vir a ser candidato, por qual motivo será que esses parlamentares simplesmente não a acatam?
Não dá para escrever o que pensamos a respeito, pelo simples motivo de correr o risco de não ser publicado, mas creio que é de conhecimento público.
sem opinião
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