Ministros defendem abertura de arquivos da ditadura militar
da Folha Online
Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo de Tarso Vanucchi (Direitos Humanos) defenderam a abertura dos arquivos da ditadura militar, revela reportagem de Italo Nogueira e Fábio Grellet publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). As declarações foram em resposta à leitura das fichas de guerrilheiros dos ministros em ato realizado no Clube Militar no Rio.
Em visita ao Sindicato dos Médicos do Rio, Genro afirmou que a ficha lida "não é novidade para ninguém": "É uma ficha aberta e eu me orgulho muito dela". Ele defendeu que arquivos da ditadura sejam abertos à consulta: "Isso é uma necessidade, a história tem que ser conhecida por todo mundo".
"Se existe uma ficha, essa ficha é de algum arquivo, algum documento? A ministra Dilma tem um pedido ministerial determinando transferir ao Arquivo Nacional todo e qualquer documento e ficha relacionado a informações do período da repressão política no regime autoritário. (...) Se todos foram queimados não deveriam existir fichas de ninguém", disse Vanucchi.
Durante um evento no Clube Militar, anteontem, o general reformado Sérgio Augusto de Avellar Coutinho leu fichas dos ministros citando a militância deles em organizações clandestinas. À Folha, ele disse crer que os militares mantenham arquivos com cópias de documentos da ditadura, mas que nunca os viu e que não há motivo para divulgá-los, pois "a Lei da Anistia encerra tudo".
Lei de Anistia
Os dois ministros minimizaram ontem as críticas feitas pelos militares sobre os arquivos da ditadura e a proposta de alteração na Lei com o objetivo de punir torturadores do período do regime. Os militares chamaram a proposta de "desserviço" ao país.
A discussão sobre a revisão da Lei da Anistia veio à tona depois que ambos defenderam punições a torturadores sob a interpretação que estes teriam praticado crimes comuns no período da ditadura militar --como estupros, homicídios e outros tipos de violência física e psicológica, incluindo a própria tortura.
Em reportagem veiculada na Folha, os ministros orientaram a AGU (Advocacia Geral da União) a admitir a existência de crimes de tortura na ditadura militar.
Alvo de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, a AGU tem até o início de outubro para contestar ou não essa ação. Os procuradores querem que o governo federal aponte responsáveis e motivos pelo fato de arquivos produzidos na ditadura estarem ainda sob sigilo.
Na ação, os procuradores da República pedem que os militares reformados Carlos Alberto Ustra e Audir Santos Maciel, comandantes do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna) nos anos 70, sejam responsabilizados pessoalmente por desaparecimento, morte e tortura de 64 pessoas.
Leia a matéria completa na Folha deste Sábado, que já está nas bancas.
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Especial


HAHAHAHAHAHA.....
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Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
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Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
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