Brasil
11/08/2008 - 18h08

Propaganda eleitoral de Alckmin na TV vai explorar problemas de SP

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Faltando cerca de uma semana para o início do horário eleitoral gratuito na TV, o candidato a prefeito Geraldo Alckmin (PSDB) já antecipa qual será a tônica da propaganda tucana: os problemas de São Paulo. A propaganda gratuita começa no dia 19 deste mês e termina no dia 2 de outubro, três dias antes das eleições.

Com 4min27s em cada bloco, Alckmin pretende abordar temas como os problemas do trânsito, a falta de leitos em regiões afastadas e a deficiência de vagas em EMEIs e creches da cidade. Os temas já fazem parte de seu discurso de campanha, mas devem se tornar mais evidentes com o início da propaganda na TV.

"Vamos abordar os problemas de São Paulo, nós vamos fazer uma campanha propositiva, nada de ataques", afirmou o candidato nesta segunda-feira, ao fazer campanha no bairro da Penha (zona norte).

Ao abordar problemas da cidade, o candidato entrará em um terreno delicado, uma vez que apontará deficiências da atual gestão municipal, ainda repleta de tucanos em cargos estratégicos e que foi iniciada por seu correligionário, o governador José Serra (PSDB).

Incógnita

O próprio Serra ainda é uma incógnita na campanha tucana. Inicialmente simpático ao apoio do partido à reeleição de seu herdeiro na prefeitura, Gilberto Kassab (DEM), preferiu se omitir após o início das campanhas para não criar mal-estar entre seus aliados.

Em seu discurso, Alckmin afirma que o governador, uma hora ou outra, entrará em sua campanha. No entanto, não confirma se o principal nome do PSDB no Estado aparecerá ao seu lado no horário eleitoral na TV.

Enquanto isso, Kassab não perde a oportunidade de vincular sua imagem ao governador, tentando angariar votos entre eleitores serristas. Nesta segunda-feira, falou a universitários sobre a confiança do governador em deixar a cidade sob seus cuidados.

Incomodado com a ausência de Serra, Alckmin busca apoio em caciques tucanos de outros Estados. Na semana passada, Alckmin recebeu apoio do governador de Minas, Aécio Neves e dos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Marisa Serrano (PSDB-MS).

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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